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Não canse quem te quer bem

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Texto fantástico que li lá no Blog do DeRose

Segue:

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“Não canse quem te quer bem” – Martha Medeiros
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Enviado por Camila Grinsztejn:

Li esta crônica da jornalista Martha Medeiros, colunista do Jornal O Globo aqui do Rio de Janeiro que me lembrou muito o livro “Método de Boas Maneiras”. Espero que goste.

Não canse quem te quer bem – Martha Medeiros

“Foi durante o programa Saia Justa que a atriz Camila Morgado, discutindo sobre a chatice dos outros (e a nossa própria), lançou a frase: “Não canse quem te quer bem”. Diz ela que ouviu isso em algum lugar, mas enquanto não consegue lembrar a fonte, dou a ela a posse provisória desse achado.

Não canse quem te quer bem. Ah, se conseguíssemos manter sob controle nosso ímpeto de apoquentar. Mas não. Uns mais, outros menos, todos passam do limite na arte de encher os tubos. Ou contando uma história que não acaba nunca, ou pior: contando uma história que não acaba nunca cujos protagonistas ninguém jamais ouviu falar. Deveria ser crime inafiançável ficar contando longos casos sobre gente que não conhecemos e por quem não temos o menor interesse. Se for história de doença, então, cadeira elétrica.

Não canse quem te quer bem. Evite repetir sempre a mesma queixa. Desabafar com amigos, ok. Pedir conselho, ok também, é uma demonstração de carinho e confiança. Agora, ficar anos alugando os ouvidos alheios com as mesmas reclamações, dá licença. Troque o disco. Seus amigos gostam tanto de você, merecem saber que você é capaz de diversificar suas lamúrias.

Não canse quem te quer bem. Garçons foram treinados para te querer bem. Então não peça para trocar todos os ingredientes do risoto que você solicitou – escolha uma pizza e fim.

Seu namorado te quer muito bem. Não o obrigue a esperar pelos 20 vestidos que você vai experimentar antes de sair – pense antes no que vai usar. E discutir a relação, só uma vez por ano, se não houver outra saída.

Sua namorada também te quer muito bem. Não a amole pedindo para ela explicar de onde conhece aquele rapaz que cumprimentou na saída do cinema. Ciúme toda hora, por qualquer bobagem, é esgotante.

Não canse quem te quer bem. Não peça dinheiro emprestado pra quem vai ficar constrangido em negar. Não exija uma dedicatória especial só porque você é parente do autor do livro. E não exagere ao mostrar fotografias. Se o local que você visitou é realmente incrível, mostre três, quatro no máximo. Na verdade, fotografia a gente só mostra pra mãe e para aqueles que também aparecem na foto.

Não canse quem te quer bem. Não faça seus filhos demonstrarem dotes artísticos (cantar, dançar, tocar violão) na frente das visitas. Por amor a eles e pelas visitas.

Implicâncias quase sempre são demonstrações de afeto. Você não implica com quem te esnoba, apenas com quem possui laços fraternos. Se um amigo é barrigudo, será sobre a barriga dele que faremos piada. Se temos uma amiga que sempre chega atrasada, o atraso dela será brindado com sarcasmo. Se nosso filho é cabeludo, “quando é que tu vai cortar esse cabelo, garoto?” será a pergunta que faremos de segunda a domingo. Implicar é uma maneira de confirmar a intimidade. Mas os íntimos poderiam se elogiar, pra variar.

Não canse quem te quer bem. Se não consegue resistir a dar uma chateada, seja mala com pessoas que não te conhecem. Só esses poderão se afastar, cortar o assunto, te dar um chega pra lá. Quem te quer bem vai te ouvir até o fim e ainda vai fazer de conta que está se divertindo. Coitado. Prive-o desse infortúnio. Ele não tem culpa de gostar de você.”

Beijos e saudades,
Camila Grinsztejn
Unidade Copacabana RJ

Neil deGrasse Tyson - Nossa Origem Atômica e um Pensamento Perturbador (LEGENDADO)

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Vi lá no O Verso do Inverso

Darth Vader Troll

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Tive que guardar esse vídeo

Traição e Falsos Amigos

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São muito abundantes às referências à traição presente na amizade. Há muitas afirmações denunciando os falsos amigos:

Sustento como um facto que se todos os homens soubessem o que os outros dizem deles, não haveria mais do que quatro amigos no mundo. - Pascal
Os nossos amigos são o inimigo. - Pierre-Jean de Béranger

Mas será que a amizade é assim tão traiçoeira e a realidade tão negativa quanto a retratada por um Pascal ou por um Béranger?

As traições e os falsos amigos existem, obviamente. Não é isso que está em causa. Mas temos que reconhecer igualmente que há muitas razões que podem acabar ou diminuir uma amizade, sem que nisso haja propriamente traição. Nem sempre as palavras de S. Jerónimo a propósito do fim da amizade -

«A amizade que pode cessar nunca foi substancial»

– são verdadeiras

Mudamos. As nossas ideias, os nossos gostos, os nossos interesses mudam. E isso pode também levar a que hajam amizades que se percam. As palavras de Pascal, sobre o amor, e o seu fim, também se podem aplicar à amizade:

Ele não ama mais a pessoa que amou há dez anos atrás. Acredito piamente nisso. Ela não é a mesma, e tão pouco ele o é. Ele era jovem, e ela também. (…) Talvez ele ainda a pudesse amar, se ela fosse como antes.

Por outro lado, há também a incompatibilidade entre os nossos espaços familiares e a amizade. Quando os primeiros crescem, a amizade, ou certas amizades, podem ser profundamente atingidas. É, no fim de contas, o que diz Aristóteles a propósito da amizade e da multiplicação da mesma:

Aquele que é amigo de toda a gente, não é amigo de ninguém.

É uma fatalidade. Não podemos multiplicar as nossas amizades. Nem podemos multiplicar os nossos amores. O tempo de que dispomos é escasso para alimentar muitas amizades e amores. O que dedicamos a uns, falta aos outros, inviabiliza-os.

É frequente na vida adulta: o número de amigos e as amizades cresce quando o amor à escala da família falha ou está em crise. Ou vice-versa. Ou seja: não são os nossas fraquezas ou o nosso lado mau e obscuro a liquidar as nossas amizades. É a vida, é a família. 
 
Citações 
Traições à amizade

Uma grande amizade nunca é tranquila. - Marquesa de Sévigné, 1626-1696, escritora francesa, Citações

A amizade é incompatível com a adulação, a lisonja, e a baixa complacência. - Cícero, 106-43 a. C., ., filósofo e político romano, Da amizade

Como o amor, a amizade funda-se no respeito e acaba com a manobra. - G. Berger, 1896-1960, filósofo francês, Atti del XII Congresso di filosofia, Venezia, 1958.

Não têm alma de amigos, mas apenas o seu nome, aqueles cuja amizade não resiste à desgraça da nossa sorte. - Eurípedes, 480-406 a. C., poeta grego, Oreste 

O infortúnio mostra aqueles que não realmente nossos amigos. - Aristóteles, 384-322 a.C., filósofo grego, Ética a Nicómaco 

A amizade é mais perigosa que o ódio dos fracos. - Marquês de Vauvenargues, 1715-1747, moralista e ensaísta francês, Réflexions et maximes 

Não há amigos. Há momentos de amizade. - Jules Renard, 1893-1898, escritor francês, Journal 

Não penso que os amigos sejam genuinamente as pessoas de que mais gostamos, mas tão só as pessoas com quem primeiro travámos conhecimento. - Peter Ustinov, actor e escritor russo, Dear Me

No fim, recordarás não as palavras dos teus inimigos, mas o silêncio dos teus amigos. - Atribuído a Martin Luther King, Jr., 1929-1968, activista americano dos direitos dos negros

 Humor sobre a Amizade

Quando os nossos negócios prosperam, os nossos amigos são verdadeiros, e a nossa felicidade está segura. - Ambrose Bierce, 1842-1914, escritor americano, The Cynic’s Word Book 

Há três grandes amigos, na vida: a velha esposa, o velho cão, e dinheiro à mão. - Benjamin Franklin, 1706-1790, físico, ensaísta e político norte-americano, Poor Richard's Almanack

Para encontrar um amigo temos que fechar um dos olhos. Para mantê-lo, os dois. - Norman Douglas, 1868-1952, escritor escocês, Almanac

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E dois ótimos que encontrei e estou anexando à parte:

Se seu melhor cavalo quebrar a perna abandone-o. Se seu melhor amigo o trair, esqueça.  - Maquiavel

A pior parte da traição é que ela vem justamente quando nós não a esperamos e através de quem nós nunca desconfiamos. - Flavio dos Santos

A Coragem de Cobrar Caro

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No Brasil, a maioria dos empregados e profissionais no fundo tem medo de pedir um aumento de salário ou de cobrar mais caro. Cobrar mais significa criar um cliente mais exigente, que irá reclamar toda vez que o serviço não corresponder ao preço. Cobrar menos é sempre a saída mais fácil, dá muito menos problemas, menos reclamações, como no meu caso. É preciso ter coragem para cobrar mais e assumir as responsabilidades inerentes. A maioria prefere o comodismo e a mediocridade do "preço tabelado". Só que, se cobrar o mesmo que os colegas menos competentes, você estará roubando clientes deles, e é isso que cria inveja e maledicência. Você estará fazendo "dumping profissional", estará sendo injusto com eles e consigo mesmo.

Eu sei que é difícil cobrar mais caro, mas alguém tem de dar o exemplo, mostrar aos outros profissionais o caminho da excelência, implantar novos padrões, como pontualidade, por exemplo. Você será o guru da nova geração, e a inveja que terão de seu novo preço fará com que eles passem a copiá-lo. E, à medida que seus colegas se aprimorarem, sua vantagem competitiva desaparecerá e você terá de reduzir o preço novamente ou então melhorar ainda mais seus serviços.

Encontrei esse artigo no Blog do DeRose e lá dentro o link para o artigo original e completo do Stephen Kanitz.

Bons profissionais tem medo de cobrar o valor justo pelo seu serviço por causa do que a concorrência 'impõe': preços baixos, má qualidade de serviço e falta de pontualidade.

Assim é fácil: Quer continuar medíocre? Continue igual. Prestar um serviço com excelência e cobrar o justo por ele dá trabalho, e quem quer trabalho?

Frase do dia!

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Tava olhando meu perfil no orkut e achei isso: 


"Nunca ria dos sonhos dos outros. Quem não tem sonhos tem muito pouco."


Perfect hm?

Del Dios patriarcal a la sabiduría que sostiene

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Por Gladys Parentelli


         El ser humano escribe acerca de Dios desde que inventó la escritura. Sobre tablillas de arcilla, cuero y otros materiales hasta llegar a las imprentas sofisticadas de hoy día, la mayoría de los textos publicados trataron o tratan acerca de Dios. Cuando Johannes Gutenberg perfeccionó la primera imprenta, el primer libro que imprimió, en 1455, fue la Biblia latina. La Biblia y el Corán llevan ventaja a cualquier otro libro en número de impresiones y en cantidad de ejemplares en todas las lenguas, muertas y vivas.

         Que se haya escrito tanto acerca de Dios no necesariamente facilita conocerlo. Jerarcas religiosos trataron de impedir la lectura de libros que, a su parecer, no hablaban bien del Dios de las religiones monoteístas: un musulmán hizo quemar los 700.000 volúmenes de la biblioteca de Alejandría porque eran inútiles tanto si eran conformes como si eran contrarios al Corán. Durante cinco siglos, desde el Concilio de Trento, siglo XVI, hasta que el papa Paulo VI lo eliminó en 1966, el Index librorum prohibitorumpretendió que los católicos no leyeran decenas de miles de títulos. En mi adolescencia, interesada en el tema en un pueblo sin biblioteca, malgasté mucho dinero en libros. Ellos más que aclarar ideas las confundían. Desde aquel ahora lejano tiempo, constaté que los teólogos no piensan que su rol es aclarar nada a los fieles. Tampoco los expertos en mitos, con sus catálogos exhaustivos, facilitan las cosas.
          Hasta hace cinco décadas, nuestra cultura occidental y cristiana y, por ende, androcéntrica y falócrata, sólo hablaba del Dios de las tres religiones monoteístas porque, ¿ignoraba o, más bien, evitaba hablar de las religiones politeístas?, ¿quizá porque ellas poseen importantes deidades femeninas?
         Llegó la década de los 70. Las mujeres europeas y estadounidenses, que llevaban años reuniéndose para conversar de su situación de opresión, llegaron a la conclusión que el origen de sus problemas radicaba en la cultura patriarcal y que el patriarca, original y modelo, era el Dios monoteísta. Más tarde las ecofeministas agregarían que no sólo la opresión de las mujeres, también, todos los males que sufre el planeta Tierra tienen su origen en la Biblia.
         La misoginia de los jerarcas eclesiales tiene, como todo en la vida, sus aspectos positivos y uno de ellos radica en que no se permitía a las mujeres el ingreso a las universidades para estudiar teología. Sin embargo, mujeres feministas, con su visión original y propia, comenzaron la relectura de la Biblia, y sí estudiaron, no sólo teología, también filosofía, historia, sociología, antropología, lingüística, arqueología, etcétera, y apelando a la hermenéutica de la sospecha, hicieron su relectura de las ciencias, investigaron a fondo, reflexionaron y pusieron en evidencia hallazgos de los científicos varones.
         Ellas constataron que antes del monoteísmo que impuso al patriarcado, hubo grupos humanos que poseían un arte, paleolítico, que pintaban, no dioses, sino los animales que necesitaban para alimentarse, desenterraron ciudades sin murallas ni estatuas de héroes, se preguntaron: ¿eran sociedades donde nadie dominaba a los demás?, ¿donde no existían las guerras de conquista?, ¿eran sociedades con relaciones horizontales, por ende fraternales, sororales?
         Algo que aprendimos, por y con ellas, es que en la mayoría de las concepciones sobre el origen del mundo “los dioses creadores” eran deidades femeninas. Para no hablar sino de América precolombina, en el sur se denomina Pachamama a la Tierra, que corresponde a la Gaia del Hemisferio Norte (Lovelock, 1979; Ruether, 1992). En las cosmogonías mesoamericanas, Coatlicue era la diosa dadora de vida y madre de los dioses (Marcos, 1991). En las narraciones mitológicas de la actual Colombia: Bachué es la madre de la humanidad para los muiscas; para los colimas de Tolima su deidad madre es Auxisue; para los Kogi la madre universal es Haba. Los guajiros o wayúus, se dicen hijos de la diosa Igua (Carbonell, s/f).
         Hoy día, no sólo las feministas, científicas o no, saben que Dios es el mayor enemigo de las mujeres, la mayoría de ellas al menos lo sospechan. Recientemente, una mujer de Zambia, campesina analfabeta, afirmó que Dios hace difícil la vida. También, millones de niñas y mujeres, en los cinco continentes, con sus clítores y vulvas mutiladas por tradiciones tribales, cuyos defensores pretenden que “el Islam lo ordena”. Según la Organización Mundial de la Salud, 136 millones de mujeres han sufrido esa mutilación y seis mil niñas son mutiladas cada día (Ablan Pacheco, Edymar; El Universal, 18 de agosto 2002, p. 1-13).
         Investigaciones científicas han determinado que la violencia contra las mujeres es propia de la cultura patriarcal (Nogueira, Charo; El País Digital, Madrid, 11-07-2002). Lo mismo que las feministas sostuvieron siempre.
         Las mujeres cristianas, masivamente, rechazan el autoritarismo de los jerarcas eclesiales y, por ello, abandonan su práctica religiosa, buscan verdades en las religiones del Lejano Oriente, en grupos esotéricos, investigan sobre el poder de la energía que inunda el Universo, etcétera.
         En los últimos veinte años, con lideresas como la estadounidense Rosemary R. Ruether, la brasileña Ivonne Gebara y la chilena M. Judith Ress, las teólogas feministas armadas con la hermenéutica de la sospecha, evolucionaron hacia el ecofeminismo.
         La teología feminista y la ecofeminista son ciencias nuevas que trabajan todos los asuntos que preocupan mayormente a la humanidad: las injusticias y violencias que sufren los excluidos (minorías étnicas y sexuales, los empobrecidos), la muerte de la biodiversidad, el deterioro del medio ambiente del cual depende toda la vida en la Tierra.
         En este inicio de milenio, las ecofeministas se basan en su reflexión acerca de su experiencia de vida, intentan captar el actual momento histórico de la liberación de las mujeres y de la espiritualidad feminista, representan una muestra de una tendencia de pensamiento y acción presente en el mundo. Las características principales del ecofeminismo conciernen la adopción del feminismo, las preocupaciones ecológicas y una crítica del sistema religioso patriarcal que excluye a las mujeres. Abrazar esta nueva manera de ver el mundo implica una crítica a los mitos judeocristianos y la consecuente introducción de una nueva cosmología, de una nueva antropología, de una nueva epistemología, de una nueva formulación ética y de una nueva forma de celebrar la Vida. Todo esto invita a nuevas revelaciones, interpretaciones y desafíos (Gebara, 2002).
         De la teología tradicional, la del mito de un Dios que como un relojero creó y puso en marcha el Universo, la del mito de la “tierra prometida” que, en realidad, pertenecía a los cananitas (exterminados para poder apropiársela igual que todo el resto de sus posesiones), en un vuelco copernicano, hemos llegado a la “sabiduría que sostiene” metáfora que deja atrás el dualismo de la trascendencia o la inmanencia y da nuevo nombre al “misterio último” a la luz de los más recientes conocimientos científicos en física subatómica y sobre el origen del Universo (Ress, 2001).

Bibliografía:
Carbonell, Nora: “La mujer en la mitología indígena colombiana”, En: Chichamaya, Barranquilla, s/f, pp. 24-28.

Gebara, Ivonne: “El Ecofeminismo Holístico. Una reinterpretación de la relación con la Tierra y el Cosmos”. Entrevista de M. Judith Ress. En:Presencia Ecuménica, Caracas, N 29 (1993) pp. 22-26.

Lovelock, James: Gaia, A New Look at Life on Earth; Oxford, Oxford University Press, 1979.
Marcos, Sylvia: “Género y preceptos de moral en el antiguo México”. En: Concilium, Revista Internacional de Teología, N 238, 1991, pp. 433-450.
Marcos, Sylvia: “Mujeres, ritos de sanación y medicina popular en México”. En: Concilium, Revista Internacional de Teología, N 234, 1991, pp. 327-342
Ress, M. Judith; “Sabiduría que sostiene, renombrando el Misterio Último desde una perspectiva ecofeminista”. En: Con-spirando, N 38, 2001, pp. 37-47.
Ress, M. Judith; Gebara Ivonne; y otras: “Lluvia para florecer. Entrevistas sobre el ecofeminismo en América Latina”, Santiago de Chile, Colectivo Con-spirando, 2002, p. 288.
Ruether, Rosemary Radford: Gaia and God. An ecofeminist theology of earth healing, San Francisco, Harper, 1992, 310p. (Gaia y Dios. Una teología ecofeminista para la recuperación de la tierra, México, Demac, 1993, 318 p.).

"Para celebrar o meu envelhecimento, certo dia eu escrevi as 45 lições que a vida me ensinou. É a coluna mais solicitada que eu já escrevi."

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Escrito por Regina Brett, jornalista, 50 anos de idade, em The Plain
Dealer, Cleveland , Ohio

"Para celebrar o meu envelhecimento, certo dia eu escrevi as 45 lições
que a vida me ensinou. É a coluna mais solicitada que eu já escrevi."

Meu hodômetro passou dos 50 em agosto, portanto aqui vai a coluna mais uma vez:

1. A vida não é justa, mas ainda é boa.

2. Quando estiver em dúvida, dê somente, o próximo passo, pequeno .

3. A vida é muito curta para desperdiçá-la odiando alguém.

4. Seu trabalho não cuidará de você quando você ficar doente. Seus
amigos e familiares cuidarão. Permaneça em contato.

5. Pague mensalmente seus cartões de crédito.

6. Você não tem que ganhar todas as vezes. Concorde em discordar.

7. Chore com alguém. Cura melhor do que chorar sozinho.

9. Economize para a aposentadoria começando com seu primeiro salário.

10. Quanto a chocolate, é inútil resistir.

11. Faça as pazes com seu passado, assim ele não atrapalha o presente.

12. É bom deixar suas crianças verem que você chora.

13. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem idéia do que é
a jornada deles.

14. Se um relacionamento tiver que ser um segredo, você não deveria entrar nele.

15. Tudo pode mudar num piscar de olhos. Mas não se preocupe; Deus nunca pisca.

16. Respire fundo. Isso acalma a mente.

17. Livre-se de qualquer coisa que não seja útil, bonito ou alegre.

18. Qualquer coisa que não o matar o tornará realmente mais forte.

19. Nunca é muito tarde para ter uma infância feliz. Mas a segunda vez
é por sua conta e ninguém mais.

20. Quando se trata do que você ama na vida, não aceite um não como resposta.

21. Acenda as velas, use os lençóis bonitos, use lingerie chic. Não
guarde isto para uma ocasião especial. Hoje é especial.

22. Prepare-se mais do que o necessário, depois siga com o fluxo.

23. Seja excêntrica agora. Não espere pela velhice para vestir roxo.

24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.

25. Ninguém mais é responsável pela sua felicidade, somente você..

26. Enquadre todos os assim chamados "desastres" com estas palavras
'Em cinco anos, isto importará?'

27. Sempre escolha a vida.

28. Perdoe tudo de todo mundo.

29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.

30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo.

31. Não importa quão boa ou ruim é uma situação, ela mudará.

32. Não se leve muito a sério. Ninguém faz isso.

33. Acredite em milagres.

34. Deus ama você porque ele é Deus, não por causa de qualquer coisa
que você fez ou não fez.

35. Não faça auditoria na vida. Destaque-se e aproveite-a ao máximo agora.36. Envelhecer ganha da alternativa -- morrer jovem.

37. Suas crianças têm apenas uma infância.

38. Tudo que verdadeiramente importa no final é que você amou.

39. Saia de casa todos os dias. Os milagres estão esperando em todos os lugares.

40. Se todos nós colocássemos nossos problemas em uma pilha e víssemos
todos os outros como eles são, nós pegaríamos nossos mesmos problemas
de volta.

41. A inveja é uma perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.

42. O melhor ainda está por vir.

43. Não importa como você se sente, levante-se, vista-se bem e apareça.

44. Produza!

45. A vida não está amarrada com um laço, mas ainda é um presente.

Mas e peixe?

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Peixe tem sentimento?





Macacos se confortam após briga para reduzir tensão em grupo

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DA NEW SCIENTIST

Macacos que testemunham conflitos normalmente buscam a companhia de outros macacos nas imediações para aliviar a tensão no grupo.
Arianna De Marco da Universidade de Florença, na Itália, e sua equipe observaram esse comportamento entre macacos da espécieMacaca tonkeana de dois grupos cativos durante sete meses.
Wikimedia Commons

Macacos da espécie Macaca tonkeana confortam-se após conflitos para reduzir tensão no grupo, sugere estudo
Quando um macaco mostrava comportamento agressivo - perseguindo, agarrando ou mordendo outros macacos, por exemplo - De Marco escolhia aleatoreamente um macaco nas redondezas e registrava se ele iria se aproximar de outro macaco não envolvido num intervalo de 5 minutos após o fim do conflito. Foram consideradas "aproximações" os casos em que o macaco escolhido sentava próximo a outro macaco, tocava nele ou brincava com ele.
Para comparação, De Marco observou o mesmo macaco por 5 minutos no dia seguinte na mesma hora (sem, no entanto, ter havido um episódio de agressão por parte de outro macaco).
Ela descobriu que os macacos próximos ao conflito tinham maior propensão a aproximar-se de outros macacos do que em períodos sem conflitos. Em um grupo, esse tipo de comportamento era três vezes mais frequente do que na condição controle; no outro grupo, a frequência aumentou quase sete vezes.
Após testemunhar uma refrega, os macacos não envolvidos mostram-se agitados, coçando-se mais do que o normal, por exemplo. Mas após a aproximação com outros macacos, a agitação geral diminui.
Pesquisas anteriores mostraram que, após brigas, primatas raramente tentam uma reconciliação. Isso indica que grupos sociais com esses animais precisam ou evitar a que a violência ecloda ou encontrar outras formas de reduzir a tensão.
De Marco acredita que os macacos próximos às brigas aproximam-se para evitar a escalada da agressão dentro do grupo.
O estudo foi publicado na revista "Animal Behaviour".

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/784404-macacos-se-confortam-apos-briga-para-reduzir-tensao-em-grupo.shtml

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E nós? Temos algo a ver com esse animaizinhos irracionais?

Folha.com - Sergio Malbergier - Não tuite isso, por favor - 29/07/2010

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Eu estava discutindo sobre este assunto há alguns dias e hoje li este artigo. Bastante providencial, eu diria.
Talvez só estejam à salvo aquelas pessoas que criaram perfis falsos para se relacionar, e os mantém ativos durante anos.
Lógico que muitas delas cometeram deslizes durante todos esses anos ludibriando seus supostos amigos, mas algumas continuam a trama com muita excelência.
Para o azar dos pobres coitados que não criaram um personagem fictício e tiveram suas informaćões pessoais 'eternalizadas' pela Grande Rede, segue:


A frase acima tem sido ouvida em Manhattan cada vez com mais frequência, relata o "New York Times" na reportagem "O fim do esquecimento", na capa de sua excelente revista dominical.

A tese é que a internet é um fundo infinito que guarda tudo para sempre, incapaz de defender reputações e com mecanismos de busca cada vez mais precisos para localizar qualquer desvio de conduta uma vez registrado.

A web tornou-se, entre muitas outras coisas, plataforma global para o exibicionismo 3.0. Há um revelador e crescente apetite para exibir amigos, gostos, fotos, músicas, seguidores, localização, programas, enfim, a vida. E um eterno apetite por notícias ruins. "Bad news, good news" sempre foi a lógica do noticiário replicada (e acentuada) na internet.

Por isso é preciso tomar cuidado com o que você faz quando mergulha nesta tela aqui. Atrás dela estão bilhões de olhos, ouvidos, bocas e dedos digitadores.
Relata o artigo do "Times":

1) O Facebook já tem 500 milhões de membros, ou um em cada cinco internautas. Todo mês eles gastam mais de 500 bilhões de minutos no Face e compartilham 25 bilhões de conteúdos.

2) O Twitter tem mais de 100 milhões de usuários, e a Livraria do Congresso americano anunciou que armazenará permanentemente todos os posts públicos do Twitter desde 2006.

3) Técnicas de reconhecimento facial já permitem que se vasculhe a web em busca da foto de uma pessoa mesmo que o nome dela não esteja associado à imagem.

Estamos registrando tudo na web, uma exposição tão genuína quanto voluntária.

Queremos nos relacionar, e se relacionar é se exibir.

Se antes era possível exibir, relacionar e depois esquecer, hoje há uma chance enorme, tanto maior quanto mais digitalizada a pessoa, de você mesmo registrar para a prosperidade o que você um dia vai querer muito esquecer.

Uma canadense de 66 anos, relata o "Times", perdeu o direito de entrar nos EUA depois que o funcionário da imigração achou na internet texto seu elogiando o LSD. Já uma professora americana perdeu o emprego por ter postado uma foto sua numa festa exaltando bebidas.

Já há um aplicativo para o iPhone chamado Date Check, que oferece perfil sobre a pessoa com quem você quer sair vasculhando fichas criminais, histórico de endereços e informações obtidas nas redes sociais.

A enorme maioria das empresas dos EUA já usa redes sociais para checar candidatos a empregos. As brasileiras fazem ou logo farão o mesmo. Aquela sua foto bêbado com cigarro na boca que você ou um amigo seu postou um dia desavisado pode aparecer no meio da sua entrevista.

Os americanos, que inventaram tudo isso, já estão dando o próximo passo.
Nasce a indústria da reputação digital: o que já é feito para empresas, entes públicos por natureza, chegou à pessoa física, cada vez mais pública.

Um professor de cyber legislação de Harvard já defende a "falência de reputação", que poderia ser decretada pela pessoa que se sente incapaz de defender sua imagem na internet. Decretada a falência, arquivos difamatórios poderiam ser eliminados.
O Google já tem um serviço que tenta combater postagem sob influência do álcool, que pode causar quase tanto estrago quanto dirigir bêbado. Acionado o mecanismo, o usuário terá de resolver um simples teste de matemática para confirmar o envio do post/mensagem.

A internet é a mudança mais transformadora da história recente. Ela conecta todas as pessoas o tempo todo. E isso é um avanço fundamental, seminal, que está apenas começando a se realizar.

Acho que foi o filósofo Woody Allen que disse que se um extraterrestre analisasse a Terra, o sofrimento que os homens causam a outros homens chamaria mais a atenção do alienígena do que nossos grandes feitos na engenharia, nas artes, na economia.
Dada essa tendência, e a permanência da internet, talvez seja melhor mesmo você não tuitar o que está pensando.



Folha.com - Sérgio Malbergier - Não tuite isso, por favor - 29/07/2010

Coma Bem!

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Nós somos o que comemos, mas como quase sempre esquecemos quem realmente somos, comemos de forma e pelos motivos equivocados. As coisas mais “triviais” da nossa vida são as que muitas vezes nós menos prestamos atenção. Nós nos acostumamos comelas e as entendemos como “normais”, ou seja, aprendemos que elas são desta forma. Comer se enquadra nestas atividades diárias, rotineiras. Mas, normalmente são essas atividades que tem maior impacto na nossa saúde, no nosso equilíbrio e na nossa felicidade.
Uma boa pergunta é: por que comemos? Em geral percebo que a maioria come por um dos seguintes motivos: matar a fome, ser aceito socialmente, para esquecer e amortecer (uma dor quase sempre inconsciente), por hábito, para satisfazer a gula etc. Entretanto, nós deveríamos comer para ter energia, cuidar do corpo e ter saúde, por prazer consciente, para contribuir na nossa evolução/desenvolvimento etc.
Eu mesmo já me vi muitas vezes comendo pelos motivos errados. E sofrendo as conseqüências disto.
O ato de comer requer atenção, pois seu impacto é muito grande na nossa vida, planeta e saúde. A atenção ajuda a estarmos mais conscientes e para percebermos as conseqüências. Uma dica simples é evitar ir a lugares onde a comida não vai fazer bem. Sei que escrever sobre isso parece quase sem sentido, mas é comum nós nos “sabotarmos”. Você não pode comer açúcar, mas marca com os amigos em uma doceria. Aí fica difícil mesmo.
Comer bem, com prazer, é algo importante. Para isso são necessários conhecimento e abertura de espírito. Lembro do caso de uma pessoa querida. Durante muito tempo ela se recusava a experimentar jaboticaba. Mas, quando ela finalmente provou, adorou.
O sabor é diretamente influenciado pelo seu conhecimento e estado de espírito. É muito comum você não gostar de uma comida porque espera não gostar dela. Se mudar a sua visão/expectativa, por incrível que pareça, sentirá mudança no seu paladar. A informação adequada sobre os alimentos também é uma importante ferramenta na hora da escolha.
Todo esse blablablá é para nos lembrarmos que não é só o peixe que morre pela boca e que para viver bem é necessário comer bem. E comer bem é uma mistura de consciência/atenção e de boa vontade consigo mesmo e com os outros. Uma outra dica é fazer uma lista dos alimentos que você, por experiência própria, sabe que te fazem bem e outra dos que não te fazem bem. Sempre que você ficar tentado a jogar contra, olhe as duas listas.
Experimente comer bem. Você ajudará muita gente (e não gente) e será mais feliz.
Fonte: Vista-se

Desce daí Hosana.

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"Continuando a continuaćão" do post anterior, vou publicar (ou re-publicar) um texto do Ricardo Chicuta, que encontrei no Blog Fluoxetina com Café.

São poucas as vezes em que encontramos textos tão providenciais, tratando de um assunto assim com tamanha desenvoltura.

E SIM, depois do Hosana nas alturas meu cedilha se rebelou.



Todo mundo que lê meus textos sabe que eu não sou o melhor amigo da igreja.Não sou o melhor amigo de religião nenhuma aliás.Digamos que nunca vou ser canonizado pelo Vaticano,muito menos curar alguém pela imposição das mãos.Só imponho minha mão em coisa sagrada se for no bumbum da Natalie Portman.Amém.

Mas não é porque não quero acreditar,eu quero acreditar,seria muito mais fácil.É por absoluta falta de fé mesmo.Mas esse assunto é muito espinhoso,deixemos para outro post.

É que uma pessoa aí perguntou porque eu não vou na Igreja,na católica,já que meus pais são católicos e quase todo mundo que conheço também.Bom,não vou primeiro porque é chato pra caralho ficar lá sentado escutando um cara que bebe vinho e nem oferece para os outros participantes da festa,puta egoísmo.E segundo porque tenho uma vergonha desgraçada daquelas missas coreografadas.

Cara,o Padre começa a rezar e de repente do nada para e os fiéis repetem sempre as mesmas palavras.Eu não entendo como todo mundo sabe o que tem que dizer.Sempre acho que foi combinado antes de eu chegar,tipo o Padre faz uma reunião com todos antes de eu chegar e diz:

-Ó galerê a parada é a seguinte.Quando eu falar “Glória ao Senhor” todo mundo fala “Ele esta no meio de nós”.O Chicuta não vai saber o que falar e vai ficar lá com cara de bunda,vamos rir da cara dele.
Juro que eu já vi as pessoas rindo de mim quando eu não sei o que falar nas missas,sacanagem do Padre.

E outra coisa.”Ele esta no meio de nós”?Porra cara,que bagulho mais sinistro.Tem alguém no meio de nós e nós nem conseguimos enxergá-lo.Puta que pariu,o cara tá me vendo pelado porra.Não quero ninguém no meu meio não.

Outra coisa que não entendo é a tal da Hosana nas alturas.MEUDEUSDOCÉU,a tal da Hosana tá lá em cima a séculos.E ninguém ajuda a coitadinha gente.Daqui a pouco cai das alturas e se quebra toda,tadinha da Hosana.Põe uma escada,sei lá,só ajuda a menina a descer do teto da igreja.

Cazuza, um idiota morto - continuacao

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Este comentário, um ponto de vista muito interessante, foi colocado num post mais antigo aqui no Blog Do Chao ao Vento.

Segue:

Marcelo S. Paula deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Cazuza, um idiota morto.":

Antes de criticar a atitude de um viciado em drogas ou bebidas é importante saber de onde nasceu essa sociedade doente!

Essa pseudo-psicóloga só mostra um lado da estória.

O grande problema da sociedade é o SISTEMA. Um sistema que já vem sujo desde as épocas medievais. Somos filhos de um mundo onde a IGREJA mandava mais que os reis. A religião usa do MEDO e da falta de informação do povo para virar dona de suas opiniões.

Como um povo ainda ignorante, coagidos pelo MEDO DA MORTE nas pregações de pastores safados, pode subjulgar um artista do nível e complexidade do Cazuza, Renato Russo e outros "artístas viciados" ????

Vocês acham que seus filhos deixarão de usar drogas ou beber só por conta de uma boa criação?

Acham que basta mostrar o que é errado para se evitar o erro? Acordem! O ser humano é o bicho mais curioso que existe, sempre quer experimentar as coisas ruins como alcool e drogas, cigarro e outras merdas!

O mundo que sonhamos viver não passa de um sonho! A grande realidade é que todos, absolutamente todos estão sujeitos a todo tipo de riscos. Ninguém precisa de modelos de fracasso ou de sucesso, se fosse assim, todos seguiriam o modelo de sucesso! Ninguém ia querer morrer de AIDS ou virar dependente químico. Mas como se diz: "A curiosidade matou o gato". Então, não foi só o CAZUZA que usou drogas e pegou AIDS.

Procurem ter uma visão política e menos trágica sobre a sociedade, ai notarão que a sociedade assiste uma briga de "homens eleitos", homens que não fazem nada além de manipular PESSOAS MAL INFORMADAS. Cadê a cura para a AIDS? Onde está o dinheiro da Saúde para recuperar os viciados?

Esses garotos de hoje, só sabem fazer cara de tonto e esticar o cabelo! Não sabem nada de história, só sabem pedir dinheiro ao papai e mamãe!

Uma pessoa de 18 anos de hoje não tem coragem de pintar a cara e sair nas ruas! Sabem porque? PORQUE NÃO SÃO FROUXOS! SÃO IDIOTAS PERFEITOS CRIADOS PELOS PAIS COVARDES QUE SÓ SABEM JOGAR PEDRA AO TELHADO DOS OUTROS!

Dedico este texto em memória de todos os mortos em filas de hospital, aos que tentaram lutar por um lugar melhor e foram mortos pelo GOVERNO MILITAR época da opressão, à todos os que morrem de câncer pelo uso do CIGARRO (grande gerador de empregos e impostos), aos bebados caídos pelas ruas abandonados pela família e aos analfabetos políticos que ainda nem nasceram! 
Obrigado pela colaboraćão Marcelo! É justamente disso que precisamos: seres pensantes! Pessoas que tenham a capacidade de enxergar fora da caixa em que fomos colocados.

Thanks mom, I dont like fish!

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Fonte: Blog do DeRose

Why I want my daughter to be a hacker

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Ontem no caminho de casa, eu li um post de um blog com o título “Why I want my daughter to be a hacker” aonde o autor falava sobre os motivos de ele querer que a filha seja uma hacker, mas não no sentido apenas de hacker de computador, mas no âmbito geral.
Eu, pai de duas bebês, estava pensando nesse assunto desde que ela nasceu. Qual a melhor forma de educá-la para a vida ? E eu estava com algo bem próximo do que ele falou em mente.
O que é um hacker, e o que eu quero ensinar às minhas filhas?

Um hacker é uma pessoa que lê um artigo e questiona-se a si mesma sobre a veracidade do fato. É uma pessoa que tem um senso crítico aprimorado. Se é dito a um hacker como ele deve agir, ele faz se concordar. É um curioso e investigador por natureza. Se minhas filhas tiverem essa característica, eu vou certamente dá-las a oportunidade de desenvolvê-la.
Hackers são curiosos e investigadores. Se eu der um rádio, vou explicar o funcionamento, falar sobre ondulação, etc. Aprender não ocupa espaço e em uma mente jovem e capaz, as coisas são aprendidas com rapidez. Hackers não satisfazem-se no uso de uma ferramenta, mas no entendimento e muitas vezes construção de uma.
O computador delas – quando tiverem um ;) – vai rodar linux ? Claro!
Eu sei, e tenho certeza, que um hacker não precisa usar linux, mas linux e o movimento open-source tem muita relação com o hacker. As ferramentas abertas, sendo abertas, te dão todo o poder de modificá-las se for assim quisto.  O sistema aberto idem. Os sistemas proprietários não dão essa possibilidade. Eu não posso, por exemplo, alterar o kernel de um sistema proprietário. Se eu comprei um hardware, ele é meu, e eu posso usá-lo e fazer dele o que me der vontade. Hackers dão suporte a sistemas abertos pois gostam da liberdade. Eu dou suporte pois quero que minha filha possa usar ferramentas sem limitações.
Antes de qualquer discurso como “existem sistemas mais fáceis”, ou coisa do gênero, eu digo: Podem existir. Eu quero que as minhas filhas sejam cabeças pensantes e não cabeças que pensam o que lhes foi dito. Um hacker não pensa o que lhes ensinaram, mas ele é um desenvolvedor. Desenvolve suas teorias, seus pensamentos. Ele adquire conhecimento e não simplesmente recebe. Conforme dito no texto original, os hackers preferem a habilidade ao conhecimento, pois o conhecimento, quando necessário será adquirido. Um hacker é um pensador e não um repetidor.

Talvez uma das coisas que me fez gostar do texto é dele lembrar eu mesmo. Eu me lembro de mim ao ler esse texto. Lembro dos problemas e sucessos pelo comportamento hacker.
Um hacker não é um rebelde/revoltado. É um pesquisador, cientista. É um curioso que tem sua opinião e age pela própria cabeça.
Referencia do post inspirador: Why I want my daughter to be a hacker
E termino com a frase de praxe:
Happy hacking!


Fique CALMO: algo sobre tudo o que você já aprendeu

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Leia este post fantástico escrito pelo Alessandro Martins e me diga se é diferente contigo:



Fique calmo.

Você tem cinco anos de idade e só queremos que você sente nesta cadeira desconfortável por 5 horas.

Não começaremos por tanto tempo. No início há mais intervalos e períodos lúdicos. Vamos aumentando aos poucos.

Portanto, fique calmo.

Amanhã você também sentará nesta cadeira desconfortável por mais algum tempo.

De segunda a sexta e, às vezes, no sábado também. Embora por menos tempo.

E quando finalmente aprender a sentar nesta cadeira desconfortável por cinco horas, lá na frente estará um sujeito que falará durante as cinco horas sobre assuntos que, possivelmente, não interessam a você.

Não é culpa dele. Talvez nem ele saiba mais o que está fazendo ali.

Pois ele, antes de você, já teve a fase em que sentou-se, durante anos, em uma cadeira desconfortável durante cinco horas, ouvindo alguém falar sobre coisas que não lhe interessavam.

E, depois de passar por um processo desses, repetidamente, é bem possível que ele já não ligue mais para isso. Note como ele fala calmamente.

Assim, fique calmo.

Você não está aprendendo Matemática. Não está aprendendo Língua Portuguesa. Não está aprendendo Ciências. Isso é só a fachada.

O currículo está para o verdadeiro ensino como o restaurante sem movimento está para a lavagem de dinheiro de algum negócio ilícito. É só a fachada.

O que você aprende de verdade é que você deve suportar situações insuportáveis por períodos longos do seu dia, repetidamente ao longo de anos de sua vida.

A cadeira desconfortável em que você se senta por milhões de minutos está moldando sua bunda para o que bilhões de adultos costumam chamar de cotidiano.

Esse aprendizado tornará mais fácil e cômodo aceitar aquilo que se espera de você daqui a alguns anos.

E o cara lá na frente é uma espécie de boneco de treinamento. A exemplo dos simuladores, ele não pode feri-lo de verdade. Mas está condicionando você para a coisa mais importante nesta vida:

RESPEITAR A AUTORIDADE. A AUTORIDADE SÓ FALA A VERDADE.

E, pode acreditar, você terá oportunidade de respeitá-la e também de ser autoridade, às vezes simultaneamente, às vezes como boneco de treinamento. Ser, nessa máquina, uma engrenagem, que é movida mas que move também

Sem respeito à autoridade, o mundo como o conhecemos não funciona. E todo o mundo sabe como o mundo, tal e qual o conhecemos, é ótimo. Todos o adoram. Ninguém quer engrenagens que se movam em algum sentido inesperado.

Então. Fique calmo. E sentado.

Outra coisa importante: errar é horrível.

Esperamos que você só acerte nesta vida.

Sabemos que ter medo de errar prejudica a criatividade, pois a criatividade presume eventuais erros.

Mas também ninguém espera que todo o mundo seja criativo. Afinal, o que seria da autoridade se todo mundo começasse a ser criativo e tivesse liberdade para errar sem medo?

Assim, mais fachada: parece bonito ensinar alguém a só acertar, mas de verdade o que você tem que aprender mesmo é o medo de errar.

O mercado não admite erros.

Não havíamos tocado neste assunto, ainda.

O mercado.

Mas saiba que o mercado é a cola que une a sua bunda a essa cadeira desconfortável. Afinal, você precisa, um dia, ser capaz de ser um empregado e fazer parte do mercado.

É por isso que você está sentado. Sentado e calmo.

Fique calmo.

E, depois de anos de cadeira, ouvindo alguém falar de coisas que não lhe interessam em absoluto, você passará por uma coisa chamada vestibular.

O vestibular verifica se você ouviu e absorveu o suficiente de coisas desinteressantes e se, assim, será capaz de, mais tarde, vender seu tempo para projetos que também não lhe interessam necessariamente. E, assim, ser um empregado de uma classe um pouco superior.
Isso tudo depende de:
  • sua capacidade de ficar sentado em uma cadeira desconfortável, que indica sua predisposição a suportar situações insuportáveis
  • sua capacidade de não questionar a autoridade, tão firmemente desenvolvida e fixada ao longo de anos que você nem a percebe
  • sua capacidade de se interessar por assuntos que não o interessam realmente, que é uma espécie de auto-engano que as grandes empresas costumam chamar hoje de proatividade e de sinergia
Se você tiver absorvido tudo isso, certamente passará no vestibular. Muito embora – e mais uma vez entramos no tema da fachada – o vestibular pareça medir coisas como Matemática, Língua Portuguesa e Ciências.

Podemos concluir, grosso modo, que quanto mais concorrida a vaga de um curso, mais ela exige das três capacidades acima arroladas.

Matemática, Língua Portuguesa e Ciências são índices apenas. Na verdade, estão para o verdadeiro ensino como o hambúrguer está para o cadáver do boi.

Ainda assim, FIQUE CALMO.

Sim. Finalmente, você entrou em uma faculdade.

PARABÉNS!

Mais alguns anos de cadeira desconfortável. Só para garantir.

Mas agora você não precisa ficar sentado nela durante tanto tempo. Não é preciso. Seu espírito já se dobrou. Possivelmente, ele está sentado neste momento, suportando alguma situação insuportável, mesmo quando você está em pé.

Bem calmo.

É bem provável que essa faculdade em que você entrou tenha como slogan algo semelhante a “preparamos para o mercado” com a foto de um modelo sorridente abaixo.

Não confunda: ele não é um estudante da instituição, mas os dentes daquele sorriso são o mercado.

Para as fachadas mais humanas, o slogan é algo como “preparamos para a vida”. Que, considerando que vida e mercado hoje são quase sinônimos, dá na mesma.

“Preparamos cidadãos” – e seus equivalentes – quer dizer “ensinamos você a usar o Procon”. Porque, no mercado, o bom cidadão é o consumidor. Talvez a única vez que você tenha questionado o sujeito que fala coisas desinteressantes lá na frente tenha sido dizendo algo como: “Ei, eu pago o seu salário! Sou um consumidor!”. Parabéns, você aprende rápido.

Pois se você é incapaz de consumir, não é um cidadão de primeira classe. Talvez nem seja um cidadão.

E o mercado pede que você seja um cidadão. E o máximo a que o seu questionamento será capaz de chegar irá até estas três letrinhas: SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor).

Se as empresas quisessem atender pessoas, colocariam gente de verdade atendendo aos telefonemas. E não gravações ou outras pessoas lendo scripts e preparadas pelo mercado.

Por isso, o mercado – de olho no futuro – cola sua bunda à cadeira desconfortável durante horas.

Para aprender a suportar situações insuportáveis, respeitar a autoridade e para nivelar sua criatividade tão aceitavelmente quanto a volúpia de um gato castrado.

Para que assim, um dia, você possa contribuir e, só então, consumir: realimentando o processo.

Eu sei que, aos cinco anos de idade, é difícil entender o que está acontecendo.

Mas peço que você FIQUE CALMO.

Em alguns anos você vai aceitar tudo perfeitamente.

Autor: Alessandro Martins

Devemos confiar em todas notícias disseminadas pelo Twitter?

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Micropost de megabobagem - Estudo alerta para risco de informação de saúde errada disseminada por twitteiros (Foto: Photononstop)
Encontramos muita informação de saúde na grande rede. Mas o problema está em separar o joio do trigo, a informação que presta daquela que não serve.

O Twitter, de uma ferramenta de comentários pessoais, se transformou em canal de comunicação de difusão de informação instantânea – e não escapa da triste sina da desinformação.

Uma pesquisa realizada pela Universidade Colúmbia, de Nova York, constatou que se o assunto for infecções e antibióticos, nos posts do Twitter tem muita informação errada.

Durante 4 meses, as mensagens colocadas no microblog foram coletadas através da busca de palavras-chaves. Procurando por termos como antibióticos, gripe, resfriados, efeitos colaterais e eficiência, entre outras, foi possível encontrar mil mensagens que se aproximavam do tema.

Dentro das mil mensagens, cerca de 700 continham informações erradas ou conceitos mal interpretados que podiam levar a conclusões erradas.

Essa quantidade absurda de desinformação mostra que se uma das vantagens do Twitter, sua instantaneidade e velocidade de disseminação, a propagação de idéias erradas pode ganhar a mesma velocidade.

Indício
A utilização do mecanismo de seleção por palavras-chaves demonstrou que o Twitter pode indicar como a sociedade está interpretando um assunto, permitindo que se divulgue com maior ênfase a informação correta.

O resultado também reforça a possibilidade da utilização dessa ferramenta para chamar a atenção para temas de saúde, e passar mensagens que possam influenciar positivamente as pessoas.

De qualquer forma, sempre avalie e critique as informações que receber.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1566412-5603,00.html

O Futuro do Livro (cont.)

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Complementando o post anterior, segue um vídeo publicado hoje no Blog do DeRose. Simplesmente fantástico!

O Futuro do Livro

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A sociedade neófita aguardava ansiosamente pelo lançamento do mais novo gadget digital, o iPad da Apple - concorrente direto do Kindle, da Amazon. No dia do lançamento (3/4/2010) foram vendidos mais de 300.000 unidades e baixados mais de 250 mil livros digitais para o aparelho.

Mas os números não refletem ainda a grande mudança que está por vir. Mudança mesmo?

Uma das grandes discussões do momento é a qualidade e o volume de literaturas que vão surgir, agora que todos podem ser editores de livros.

A crítica está preocupada porque todo o controle de qualidade era feito por eles. E agora, quem seriam os críticos literários? Os próprios consumidores? Haveria espaço para os anciões devoradores de textos?

E qual seria a qualidade técnica da crítica desses novos consumidores/leitores/aventureiros? Será que agora é o fim da mídia impressa?

Aparentemente acontece agora, com os livros, o que aconteceu há alguns anos com a música. As bandas desapareceram? Os artistas deixaram de existir? Os show pararam de acontecer porque os CDs foram parar nas estantes virtuais dos grandes e-shops?

O que todos precisam entender é que estamos em uma fase emocional do desenvolvimento humano. Um momento em que a humanidade é participativa, ativa e colaborativa.

As grandes editoras, assim como os grandes selos musicais, não deixarão de existir. E seu crivo será o  controle de qualidade para aqueles textos que resolverem publicar. Logo, um texto publicado como best-seller por uma grande editora tem muito mais apelo quanto à qualidade da literatura do que um texto não revisado escrito pelo pobre escritor caseiro.

Mas como forma colaborativa, os feedbacks deixados nos sites de compra de livros serão extremamente importantes no momento da aquisição de uma nova leitura. Será uma crítica específica àquele texto ali exposto, extremamente válida para formar a opinião de quem deseja adquirir certo título.

Definitivamente estamos em uma nova fase. Teremos novos e fantásticos escritores lançando as mais variadas expressões da literatura assim como teremos os novos e medíocres escritores poluindo o espaço virtual com suas mal-acabadas obras.

Por fim, estamos mesmo discutindo literatura em uma sociedade em que a leitura está em declínio contrapondo o momento do audio-visual?

Mas no mundo virtual sempre tivemos espaço para todos. Estou aqui, não estou?