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Neil deGrasse Tyson - Nossa Origem Atômica e um Pensamento Perturbador (LEGENDADO)

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Vi lá no O Verso do Inverso

Why I want my daughter to be a hacker

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Ontem no caminho de casa, eu li um post de um blog com o título “Why I want my daughter to be a hacker” aonde o autor falava sobre os motivos de ele querer que a filha seja uma hacker, mas não no sentido apenas de hacker de computador, mas no âmbito geral.
Eu, pai de duas bebês, estava pensando nesse assunto desde que ela nasceu. Qual a melhor forma de educá-la para a vida ? E eu estava com algo bem próximo do que ele falou em mente.
O que é um hacker, e o que eu quero ensinar às minhas filhas?

Um hacker é uma pessoa que lê um artigo e questiona-se a si mesma sobre a veracidade do fato. É uma pessoa que tem um senso crítico aprimorado. Se é dito a um hacker como ele deve agir, ele faz se concordar. É um curioso e investigador por natureza. Se minhas filhas tiverem essa característica, eu vou certamente dá-las a oportunidade de desenvolvê-la.
Hackers são curiosos e investigadores. Se eu der um rádio, vou explicar o funcionamento, falar sobre ondulação, etc. Aprender não ocupa espaço e em uma mente jovem e capaz, as coisas são aprendidas com rapidez. Hackers não satisfazem-se no uso de uma ferramenta, mas no entendimento e muitas vezes construção de uma.
O computador delas – quando tiverem um ;) – vai rodar linux ? Claro!
Eu sei, e tenho certeza, que um hacker não precisa usar linux, mas linux e o movimento open-source tem muita relação com o hacker. As ferramentas abertas, sendo abertas, te dão todo o poder de modificá-las se for assim quisto.  O sistema aberto idem. Os sistemas proprietários não dão essa possibilidade. Eu não posso, por exemplo, alterar o kernel de um sistema proprietário. Se eu comprei um hardware, ele é meu, e eu posso usá-lo e fazer dele o que me der vontade. Hackers dão suporte a sistemas abertos pois gostam da liberdade. Eu dou suporte pois quero que minha filha possa usar ferramentas sem limitações.
Antes de qualquer discurso como “existem sistemas mais fáceis”, ou coisa do gênero, eu digo: Podem existir. Eu quero que as minhas filhas sejam cabeças pensantes e não cabeças que pensam o que lhes foi dito. Um hacker não pensa o que lhes ensinaram, mas ele é um desenvolvedor. Desenvolve suas teorias, seus pensamentos. Ele adquire conhecimento e não simplesmente recebe. Conforme dito no texto original, os hackers preferem a habilidade ao conhecimento, pois o conhecimento, quando necessário será adquirido. Um hacker é um pensador e não um repetidor.

Talvez uma das coisas que me fez gostar do texto é dele lembrar eu mesmo. Eu me lembro de mim ao ler esse texto. Lembro dos problemas e sucessos pelo comportamento hacker.
Um hacker não é um rebelde/revoltado. É um pesquisador, cientista. É um curioso que tem sua opinião e age pela própria cabeça.
Referencia do post inspirador: Why I want my daughter to be a hacker
E termino com a frase de praxe:
Happy hacking!


Google - The Hungry Beast, ABC TV

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Video muito bem elaborado pela TV ABC sobre o Goggle.

Estudo sobre chapeleta na escalada

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O Blog de Escalada, representado pelo escalador Luciano Fernandes, mais uma vez presta um serviço importantíssimo à comunidade escaladora.

No seu último post, ele expôs um trabalho científico elaborado pelo escalador gaúcho Alexandre Porto Bonow que identifica os tipos de corrosão, suas causas e simula, em inúmeros testes em ambiente controlado, um dos problemas que mais causa acidentes graves na escalada: a quebra da chapeleta.

O grande problema é que existem tipos de corrosão que são 'invisíveis' ao olho nu.

Isso gera um grau de confiança no escalador, pois visualmente a chapeleta/fixação se apresenta em bom estado. Porém, no seu interior ela pode estar em um nível avançado de corrosão, quebrando muitas vezes não no momento da queda, mas no momento em que o escalador pára para descansar.

- O que podemos fazer para evitar esse tipo de acidente?
Podemos não escalar vias de dificuldade muito acima da nossa capacidade pessoal.


- Mas e a progressão? Como que fica?
No paraquedismo temos uma máxima que diz: 'Devagar é rápido'

- Mas a gatinha foi pra rocha comigo e eu não vou escalar aquele 7a, porque vai parecer que sou um novato de ginásio, criado pela avó, que tem o pinto pequeno!
Tudo tem o seu preço

Segue:
Muito se discute sobre o assunto grampo "p" x chapeleta. Claro que há muito "achismo" e pouca fundamentação científica neste aspecto.

Pessoalemente acho que toda teoria maluca tem de ter um embasamento científico. A mesma discussão se dá quando um outro dia foi publicado que nós "tiram" 50% de resistência de uma fita. Assim como alguns escaladores mais ligados à engenharia (eu não trabalho mais na área a um bom tempo) mostraram por meio de matemática que o número eta pra lá de exagerado. A discussão ainda está em suspenso esperando alguns testes de laboratório.

A UIAA publicou um ensaio sobre chapeletas que enferrujam em vias que ficam expostas a maresia.

Um ótimo trabalho científico foi feito por um escalador gaucho e está disponível na internet.

confira em : http://www.mundovertical.com/tecnica/analisechapeletas.pdf
Fonte: http://blogdescalada.blogspot.com/2009/12/estudo-sobre-chapeleta.html

Sociedade deve decidir rumos da relação humano-robô, aponta artigo

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Bem, como abordo constantemente o assunto comportamento nesse blog, porque não falar do comportamento dos robôs?

De acordo com o artigo publicado ontem, é melhor definirmos as premissas de convivência entre humanos e robôs antes que eles comecem a decidir por conta própria e exigirem seus direitos.

E onde ficam as 3 leis (que já aumentaram pra 5)?

E os direitos dos robôs se reproduzirem (através de contato sexual ou não)?

De qualquer forma, temos desenvolvido sistemas de AI (Inteligência Artificial) tão complexos, que eles são capazes de tomar as decisões mais corretas com um tempo de resposta muito melhor que nós, meros humanóides.

É um assunto pra se pensar, ainda mais que o futuro previsto nos filmes da década de 80 está cada vez mais próximo, embora com certo atraso.

Segue:


da Folha Online
Um dos deveres da sociedade se refere à decisão de aceitar --ou não-- a convivência entre humanos e robôs, antes que as máquinas se tornem tão sofisticadas a ponto de exigirem seus direitos. É essa a principal premissa de um artigo publicado na última edição da revista "Computer Law and Security Review", disponível na quarta-feira (18).
De acordo com o texto, a rapidez dos avanços tecnológicos significa que ciborgues (híbridos de humanos e robôs) não estão tão longe quanto se pensa.
Divulgação
Deveres da sociedade se refere à decisão de aceitar --ou não-- a convivência entre humanos e robôs, afirma especialista em artigo
Deveres da sociedade se refere à decisão de aceitar --ou não-- a convivência entre humanos e robôs, afirma especialista em artigo
Para ilustrar a situação, pesquisadores anunciaram ter criado "robôs cientistas", com capacidade de tomar decisões próprias e fazer descobertas científicas originais.
Para Anna Russel, da Universidade de San Diego, um dos pontos fundamentais na discussão sobre o relacionamento entre homens e robôs é a existência de um parâmetro legislativo que regule quais direitos devem ser dados a ciborgues.
"Embora os humanoides sejam um salto tecnológico gigantesco, se um robô autoconsciente, superinteligente, pensante e sensível for desenvolvido, o sistema legal vai ser pressionado a distinguir legalmente esta criatura de humanos, de forma que não haja preconceito moral ou religioso", diz o artigo da pesquisadora.
A pesquisadora também aponta que as sociedades devem estar preparadas para o caso de robôs exigirem suas liberdades sexuais. Quais seriam as atividades sexuais passíveis de regulação, e como isso seria feito não está claro, segundo ela.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u654475.shtml

A verdade sobre a gripe

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Navegando pelo Blog do DeRose, encontrei esses dois vídeos enviados pelo amigo Mario Vendas.

É mais uma mostra de como os governos manipulam insistentemente as massas.

Este vídeo não fala de como nos fazem adquirir mais bens de consumo ou nos fazem comer animais mortos diminuindo a nossa carga psicológica de responsabilidade sobre o ato. Este vídeo fala da manipulação das massas utilizando a sua saúde como meio de aumentar a venda de medicamentos.

Em tempo: a natureza responde com força aos atos praticados contra ela.

Assista. Indigne-se. Mobilize-se.






Fonte: http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/responsabilidade-ambiental/a-verdade-sobre-a-gripe/

Faça seu próprio gadget controlado por gestos

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Fato: O futuro está definitivamente na melhoria da interação entre homem e objeto.

A todo momento, novos projetos aparecem no planeta apresentando inovações na interação entre ambos.

Há algum tempo atrás, eu refiz os passos desse Doutor e Pesquisador pela Carnegie Mellon University, Johnny Chung Lee.

Tão logo adquiri meu Wiimote, comecei a implementar seu projeto em todos os PC's com M$ Windows que eu encontrava pela frente.




A idéia é simples: transformar qualquer tela, monitor ou projeção em uma tela de toque, onde você interage através do movimento dos seus dedos e das suas mãos.

Passei o projeto aos meus alunos na universidade e as discussões sobre o tema foram altamente construtivas.




Nem preciso comentar que após adquirir o controle do Wii e passar alguns meses testando e trabalhando com o projeto, tive que adquirir o restante do videogame (!).

Então, como cientista computacional, não posso deixar de repassar este artigo que encontrei. Ele apresenta uma criativa maneira de interagir com objetos, quaisquer que sejam eles.

Segue:


por Talita Abrantes

Pranav Mistry, criador do Sixth Sense


Os encantados com as tecnologias de computação por gestos já podem preparar a festa. Pranav Mistry, pesquisador do Massachusetts Institute of Technology (MIT), vai liberar o código do seu Sixth Sense, um dos mais interessantes sistemas de reconhecimento de gestos.
O Sixth Sense é composto por um projetor de bolso, espelho e câmera ligados a um netbook. A câmera captura os gestos da mão, envia as informações para o computador portátil e o programa, que será lançado nos próximos meses, interpreta os movimentos de acordo com os marcadores coloridos que os usuários devem usar nos dedos.
Há alguns meses, Mistry contou para mim um pouco de sua ambição por trás do projeto: “A nova onda do mundo digital será baseada na maior interação entre nós e os objetos. Será o fim dessa proposta que torna humanos em máquinas que ficam sentadas em frente de outras máquinas”, disse.
“Sonho com um mundo mais alegre, mais tangível”, afirmou. “Acredito que o Sixth Sense irá modelar nossa experiência com a informação e até nossa interação com o mundo físico”.
De acordo com ele, o protótipo, que logo poderá ser construído por qualquer um, custa em média 350 dólares.


Crédito/Imagem: Divulgação/Lynn Barry


Nota: Para reforçar: O projeto de Johnny Chung Lee está disponível na internet e o projeto de Pranav Mistry está para ser liberado.

Cérebro de Rato e Retina Artificial em Robos

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Hoje li dois artigos muito interessantes na rede: o primeiro fala de um implante de neurônios de ratos, que faz um robô desviar de obstáculos sem o uso de programação prévia.

O segundo fala de uma retina artificial que é testada em um robô. Ligada a uma variedade de eletrodos, reproduz a imagem que seria vista pela pessoa com problemas visuais.

O primeiro funciona basicamente assim: uma câmera é ligada a um dispositivo que transforma toda e qualquer imagem em pulso elétrico. Esse pulso elétrico é enviado para os neurônios. Esses neurônios estão ligados ao sistema das rodas, então os resultados emitidos pelos neurônios fazem o robô virar. Eles intermediam o que a camera vê e o que as rodas fazem sem prévia programação.

O interessante é que os neurônios não erram, como podemos constatar no vídeo:


http://www.youtube.com/watch?v=1-0eZytv6Qk

Ainda não descobriram como a coisa toda acontece, mas o fato dos neurônios criarem um padrão de resposta baseada na imagem 'vista' por eles é deveras interessante.

No caso do artigo sobre a retina artificial, podermos testar os implantes antes que eles sejam colocados em humanos é fantástico. Além de reduzir os problemas de rejeição, podemos 'ver' antecipadamente o que o ser humano veria com tal implante e melhorar o modelo, ao invés de descobrir se funciona somente após 'instalado' em humanos.




Lógico que não chega aos pés do que nossos olhos de verdade são capazes de captar, mas dar a oportunidade de reconhecer móveis já é um passo importantíssimo para as pessoas que tem problemas crônicos de visão.

E quão interessante não seria se ambos os projetos científicos convergessem em um só?

Que tal se, ao invés de uma câmera, o robozinho do primeiro artigo não utilizasse o projeto com a retina artificial e aprendesse a enxergar como os olhos humanos enxergam? E se utilizasse neurônios humanos ao invés de ratos? E depois, os mesmos cientistas conseguissem 'ler' a informação gravada nos neurônios de uma maneira mais próxima da que o nosso cérebro processa e armazena?

Em tempo: não consegui acesso à informação sobre a cultura de neurônios de ratos e não tenho idéia se animais foram expostos à maus-tratos nessas experiências. Somente comento, como cientista, os fatos que li à respeito na internet e não tenho uma opinião totalmente formada sobre à radicalidade contra o uso de animais em experiências de laboratório versus a promoção da evolução no entendimento humano sobre o nosso mecanismo vital.

Fontes:
http://linkinghub.elsevier.com/retrieve/pii/S0169260709002053
http://www.gizmag.com/cyclops-blind-robot/13170/
http://www.reading.ac.uk/about/newsandevents/releases/PR16530.asp
http://www.youtube.com/watch?v=1-0eZytv6Q
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