Fim da Encruzilhada
Há 3 meses
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Muito se discute sobre o assunto grampo "p" x chapeleta. Claro que há muito "achismo" e pouca fundamentação científica neste aspecto.Fonte: http://blogdescalada.blogspot.com/2009/12/estudo-sobre-chapeleta.html
Pessoalemente acho que toda teoria maluca tem de ter um embasamento científico. A mesma discussão se dá quando um outro dia foi publicado que nós "tiram" 50% de resistência de uma fita. Assim como alguns escaladores mais ligados à engenharia (eu não trabalho mais na área a um bom tempo) mostraram por meio de matemática que o número eta pra lá de exagerado. A discussão ainda está em suspenso esperando alguns testes de laboratório.
A UIAA publicou um ensaio sobre chapeletas que enferrujam em vias que ficam expostas a maresia.
Um ótimo trabalho científico foi feito por um escalador gaucho e está disponível na internet.
confira em : http://www.mundovertical.com/tecnica/analisechapeletas.pdf
da Folha Online
Um dos deveres da sociedade se refere à decisão de aceitar --ou não-- a convivência entre humanos e robôs, antes que as máquinas se tornem tão sofisticadas a ponto de exigirem seus direitos. É essa a principal premissa de um artigo publicado na última edição da revista "Computer Law and Security Review", disponível na quarta-feira (18).
De acordo com o texto, a rapidez dos avanços tecnológicos significa que ciborgues (híbridos de humanos e robôs) não estão tão longe quanto se pensa.
Para ilustrar a situação, pesquisadores anunciaram ter criado "robôs cientistas", com capacidade de tomar decisões próprias e fazer descobertas científicas originais.
Divulgação
Deveres da sociedade se refere à decisão de aceitar --ou não-- a convivência entre humanos e robôs, afirma especialista em artigo
Para Anna Russel, da Universidade de San Diego, um dos pontos fundamentais na discussão sobre o relacionamento entre homens e robôs é a existência de um parâmetro legislativo que regule quais direitos devem ser dados a ciborgues.
"Embora os humanoides sejam um salto tecnológico gigantesco, se um robô autoconsciente, superinteligente, pensante e sensível for desenvolvido, o sistema legal vai ser pressionado a distinguir legalmente esta criatura de humanos, de forma que não haja preconceito moral ou religioso", diz o artigo da pesquisadora.
A pesquisadora também aponta que as sociedades devem estar preparadas para o caso de robôs exigirem suas liberdades sexuais. Quais seriam as atividades sexuais passíveis de regulação, e como isso seria feito não está claro, segundo ela.
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