Brasil apresenta compromisso voluntário para o COP15

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Sim, todos estamos de acordo que se não houverem mudanças radicais no que diz respeito à emissão de gases tóxicos na atmosfera, nosso planeta passará por alterações nada agradáveis para nós, que (ainda) vivemos nele.

Entre as alterações nada agradáveis, podemos citar: aumento da incidência de secas, derretimento de geleiras, aumento do nível do mar e intensificação de surtos epidemiológicos (G1).

Pois então: se "governos, cientistas, ambientalistas - e candidatos à Presidência do Brasil - " estão de acordo que essas mudanças acontecerão e poderão ficar fora de controle, por quê não adotar uma postura séria e efetiva no controle de emissão aos referidos gases?

O Brasil, aos quase 45 minutos do segundo tempo, resolveu apresentar o que ele chama de 'Compromisso Voluntário' de reduzir a taxa de emissão de gases que causam o aquecimento global em 35% a 40% até 2020.

O problema não está só no ponto em que o Brasil não assume oficialmente responsabilidade sobre o que está propondo. O problema maior está em que os países maiores, ditos 1o Mundo, não o fazem também.

Ninguém quer se comprometer.

Então o que fazem? Assumem 'Compromissos Voluntários'.

Nas palavras da nossa Ministra Dilma Roussef:
“Não estamos falando em metas porque metas é para países do Anexo 1. Países em desenvolvimento não têm metas. O que nós temos é compromisso voluntário de redução, porque nós não somos iguais aos países desenvolvidos. Essa questão de emissão de gases do efeito estufa é cumulativa, não começou ontem, começou desde a Revolução Industrial. O que o Brasil faz é um gesto político que o legitima com uma ação comprometida com a sustentabilidade”.

Não existem metas, porque metas exigem planejamento, trabalho, suor. Exigem cobrança e demonstração de resultados.

Segundo que 'gesto político' e 'ação comprometida' não deveriam sequer habitar a mesma linha de pensamento, quanto menos a mesma frase.

Um 'Compromisso Voluntário' não passa de um número não alto demais que pareça impossível, e nem tão baixo que cause furor.

Fora o fato de que no mesmo pronunciamento, a Ministra Dilma ainda disse que "o aquecimento global é um efeito cumulativo que começou na Revolução Industrial". Acredito que realmente tenha acontecido assim mas, como complemento na sua frase, o texto não passou de um exemplo histórico comumente utilizado pela cúpula dos nossos governantes para se eximirem de culpa em algum questionamento eminente.

Eles são ótimos nisso.

Alguém assistiu ao pronunciamento recente sobre as causas do 'apagão'?

Escutamos, nos revoltamos e fazemos o que?



Links:
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1378229-5603,00-CORTE+DAS+EMISSOES+BRASILEIRAS+DE+GASESTUFA+SERA+DE+A+DIZ+MINC.html
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1361640-5603,00-MAIS+UMA+CONFERENCIA+SOBRE+CLIMA+E+ACORDO+AMBICIOSO+AINDA+E+MIRAGEM.html
http://www.ipcc.ch/pdf/assessment-report/ar4/syr/ar4_syr.pdf

A verdade sobre a gripe

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Navegando pelo Blog do DeRose, encontrei esses dois vídeos enviados pelo amigo Mario Vendas.

É mais uma mostra de como os governos manipulam insistentemente as massas.

Este vídeo não fala de como nos fazem adquirir mais bens de consumo ou nos fazem comer animais mortos diminuindo a nossa carga psicológica de responsabilidade sobre o ato. Este vídeo fala da manipulação das massas utilizando a sua saúde como meio de aumentar a venda de medicamentos.

Em tempo: a natureza responde com força aos atos praticados contra ela.

Assista. Indigne-se. Mobilize-se.






Fonte: http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/responsabilidade-ambiental/a-verdade-sobre-a-gripe/

Procurando um motivo para escalar?

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Vou escrever o mínimo possível para não tirar a magia do que o Luciano escreveu. Porém, serei justo e colocarei posteriormente alguns vídeos das nossas magníficas instrutoras do Método DeRose.

Segue:

Costumo dizer que não há nada mais bonito do que ver uma mulher escalando.

Podia encher o posto de um texto meloso.

Mas... olha o vídeo! A imagem fala por si.

Com vocês Natalia Gross :


Le Tango Vertical from Film IT on Vimeo.

Fonte: http://blogdescalada.blogspot.com/2009/11/procurando-um-motivo-para-escalar.html?showComment=1257914848061#c8037328589072757375

O que nos querem dizer quando falam em abate humanitário?

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Navegando pelo Vista-se, encontrei esse artigo publicado pelo Biólogo e Mestre em Alimentos e Nutrição, Sérgio Greif.

Simples e direto, exprime a realidade por trás desse termo difundido e usado tão somente para agregar valor à um produto.

Segue:





De acordo com certa definição, abate humanitário é o conjunto de procedimentos que garantem o bem-estar dos animais que serão abatidos, desde o embarque na propriedade rural até a operação de sangria no matadouro-frigorífico.

Humanitário . . . bem-estar . . . palavras muito fortes e que não refletem o que realmente querem dizer. Termos como “humanitário” e “bem-estar” deveriam ser aplicados apenas nos casos em que buscamos o bem do indivíduo, e não para as situações em que procuramos matá-lo de alguma forma.

Quando enviamos ajuda humanitária à Africa não estamos enviando recursos para que os africanos possam se matar de uma forma mais rápida e menos dolorosa. Não estamos pensando: “Bem, aquele continente vive na miséria, cheio de fome, doenças e guerras, vamos resolver isso matando-os”. Ajuda humanitária significa alimentos, água, remédios, cobertores . . . intervenções realmente em benefício daqueles indivíduos.

Quando falamos em bem-estar social, bem-estar do idoso, bem-estar da criança, não estamos pensando em outra coisa senão proporcionar o bem a essas pessoas. Jamais pensamos em métodos de matá-los com menos sofrimento, porque isso seria o contrário de bem-estar, seria o contrário do que consideramos humanitário.

Por isso, quando escutamos alguém falar em “abate humanitário”, isso soa como um contra senso. A primeira palavra representa algo que vai contra os interesses do indivíduo e a segunda encerra um significado que atende aos seus interesses. Igualmente, a idéia de “bem-estar de animais de produção” é um contra senso, pois a preocupação com o bem-estar implica em preocupar-se com a vida, e não visar sua morte ou exploração de alguma forma.

Essas duas idéias - abate e humanitário - só se harmonizam quando a morte do animal atende aos seus próprios interesses, como no caso em que o animal padece de uma enfermidade grave e incurável e a continuidade de sua vida representa um sofrimento. Nesses casos, a eutanásia, dar fim a uma vida seguindo uma técnica menos dolorosa, pode ser classificada como humanitária, e uma preocupação com o bem-estar.

As organizações e campanhas que pregam pelo abate humanitário alegam que esse é um modo de evitar o sofrimento desnecessário dos animais que precisam ser abatidos. Mas o que é o “sofrimento necessário” e o que diz que animais “precisam ser abatidos”?

O abate de animais para consumo não é, de forma alguma, uma necessidade. As pessoas podem até comer carne porque querem, porque gostam ou porque sentem ser necessário, mas ninguém pode alegar que isso seja uma necessidade orgânica do ser humano.

Porém, se comer carne é hoje uma opção, não comê-la também o é. Se uma pessoa sinceramente sente que animais não devem sofrer para servir de alimento para os seres humanos, seria mais lógico que essa pessoa adotasse o vegetarianismo, ao invés de ficar inventando subterfúgios para continuar comendo animais sob a alegação de que esses não sofreram.

A insensibilização que antecede o abate não assegura que o processo todo seja livre de crueldades, especialmente porque o sofrimento não pode ser quantificado com base em contusões e mugidos de dor. Qualquer que seja o método, os animais perdem a vida e isso por si só já é cruel.

Caso todo o problema inerente ao abate de uma criatura sensível se resumisse à dor perceptível, matar um ser humano por essa mesma técnica não deveria ser considerado um crime. Caso o conceito de abate humanitário fizesse sentido, atordoar um ser humano com uma marretada na cabeça antes de sangrá-lo e desmembrá-lo não seria um crime, menos ainda matá-lo com um tiro certeiro na cabeça.

Está claro que a idéia de abate humanitário não cabe, e nem atende aos interesses dos animais. Mas se não atende aos interesses dos animais, ao interesse de quem ele atende?

A questão é bastante complexa, porque envolve ideologias, forças do mercado, psicologia do consumidor e política, entre outros assuntos. O conceito de abate humanitário atende aos interesses de diferentes grupos (pecuaristas, grupos auto-intitulados “protetores de animais”, políticos, etc.) não necessariamente integrados entre si.

Pecuaristas tem interesse no chamado abate humanitário porque ele não implica em gastos para o produtor, mas investimentos que se revertem em lucros. A carne de animais abatidos “humanitariamente” tem um valor agregado. O consumidor paga um preço diferenciado por acreditar que está consumindo um produto diferenciado. Possuir um selo de “humanidade” em sua carne significa acesso a mercados mais exigentes, como o europeu. Além disso, verificou-se cientificamente que o manejo menos truculento dos animais reflete positivamente na qualidade do produto final, portanto, mudanças nesse manejo atendem aos interesses do pecuarista pois melhoram a produção e agregam ao produto.

Os chamados protetores de animais tem interesses no abate humanitário, mas não porque este é condizente com o interesse dos animais. Em verdade esses “protetores“ não se preocupam com animais, talvez sim com cães e gatos, mas não com animais ditos “de produção”. Esses “protetores de animais” não os protegem, eles os criam, depois os matam e depois os comem. Eles podem não criá-los nem matá-los, mas certamente os comem e mesmo quando não o fazem por algum motivo, não se opõe a que outros o façam.

“Protetores de animais” lucram com o conceito de abate humanitário, pois isso lhes rende a possibilidade de fazerem parte do mercado. Há entidades de “proteção” animal que se especializaram em matar animais. Sob a pretensão de estarem ajudando aos animais, elas mantém fazendas-modelo onde pecuaristas podem aprender de que forma melhorar sua produção de carne, leite e ovos e de que forma matar animais de uma maneira mais aceitável pelo ponto de vista do consumidor comum. Podem também lucrar servindo como consultores em frigoríficos.

Simultaneamente, essas entidades fazem propaganda no sentido de convencer o consumidor de que todo o problema relacionado ao consumo de carne encontra-se na procedência da carne, na forma como os animais são mortos, e não no fato de que eles são mortos em si. A fórmula é muito bem sucedida, pois essas entidades acabam gozando de bom prestígio entre pecuaristas e consumidores comuns, não se opondo a quase ninguém. Políticos vêem na aliança com essas entidades a certeza de reeleição, e por isso elas contam também com seu apoio.

Exercendo seu poder para educar as pessoas ao “consumo responsável” de carne, essas entidades não pedem que as pessoas façam nada diferente do que já faziam. Elas não propõe uma mudança de fato em favor dos animais, pois os padrões de consumo da população mantêm-se os mesmos e os animais continuam a ser explorados. A diferença está no fato de que essas campanhas colocam a entidade em evidência. A entidade se promove, deixando a impressão de que ela faz algo de realmente importante em nome de uma boa causa. Dessa forma as pessoas realizam doações e manifestam seu apoio, ainda que sem saberem ao certo o que estão apoiando.

Com a carne abatida de forma “humanitária”, o consumidor se sente mais a vontade para continuar consumindo carne, pois o incômodo gerado pela idéia de que é errado matar animais para comer é encobrida pela idéia de que, naqueles casos, os animais não sofreram para morrer. E o pecuarista lucra mais porque pode cobrar um preço maior por seus produtos, bem como colocar seus produtos em mercados mais exigentes.

De toda forma, os interesses desses grupos não coincide com os interesses dos animais, e por esse motivo não faz sentido que esses grupos utilizem nomenclaturas tais como como 'bem-estar' e 'humanitário', que podem vir a dar essa impressão. 

Entidades que promovem o abate humanitário não protegem animais, mas sim promovem sua exploração. Elas estão alinhadas com os setores produtivos, que exploram os animais e não com os animais. Se elas protegessem animais trabalhariam pelo melhor de seus interesses. Seriam eles mesmos vegetarianos e não consumidores de carne. No entanto, adotando sua postura e sua retórica, não desagradam a praticamente ninguém, e dessa maneira enriquecem e ganham influência.

Entidades que realmente promovem o bem dos animais se esforçam em ensinar às pessoas que animais jamais devem ser usados para atender às nossas vontades. Elas devem se posicionar de forma clara a mostrar que comer animais não é uma opção ética, e que não importa que métodos utilizemos de criação e abate, isso não mudará a realidade de que animais não são produtos e que o problema de sua exploração não se limita à forma como o fazemos.

Ainda que uma campanha pelo vegetarianismo provavelmente conte com menos popularidade e menor adesão da população, até porque isso demanda uma mudança verdadeira na vida das pessoas, certamente uma campanha nesse sentido atende ao interesse real dos animais.

Ainda que reconhecendo que abater animais com menos crueldade é menos ruim do que abatê-los com mais crueldade, repudiamos que o abate que envolve menor crueldade seja objeto de incentivo. Eles não deveriam ser incentivados, premiados, promovidos ou elogiados, porque um pouco menos cruel não é sinônimo de sem crueldade, e só porque é um pouco mais controlado não quer dizer que é certo ou correto.

Sergio Greif
sergio_greif@yahoo.com Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.


Biólogo, mestre em Alimentos e Nutrição, co-autor do livro "A Verdadeira Face da Experimentação Animal: A sua saúde em perigo" e autor de "Alternativas ao Uso de Animais Vivos na Educação: pela ciência responsável".

Fonte: http://www.pensataanimal.net/artigos/43-sergiogreif/340-abate-humanitario

Outorga de nova condecoração, pela ROTA – Batalhão Tobias de Aguiar

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Com muito orgulho, re-posto o que o Mestre DeRose escreveu hoje pela manhã no seu blog.

É um trabalho de meio século de dedicação, com uma meta bem definida: guiar nós, seres humanos, num caminho de saúde e felicidade.


Parabéns ao Mestre e à todos que participam dessa comenda tão honrada.

Nós todos recebemos hoje, dia 10 de novembro, um importante reconhecimento a toda a nossa classe profissional e especialmente aos instrutores do nosso Método. Tive a honra e o privilégio de receber a Medalha Marechal Trompowsky, conferida a membros do magistério.
Foi uma cerimônia emocionante, com todas as formalidades militares que sempre mexem com algo no nosso âmago. O Hino Nacional, a continência à Bandeira, a banda marcial, o desfile da tropa, a disciplina exemplar, os discursos inflamados e inflamantes, a comenda posta ao peito e o cumprimento pelo Comandante, a tudo isso se soma o reencontro de bons amigos Coronéis, Generais, Deputados, Desembargadores, Comendadores, Priores, Grão-Mestres e Presidentes de entidades importantes. Homens e mulheres a quem temos a satisfação de reencontrar solenidade após solenidade ao longo dos anos, pois a maior parte deles, vez por outra, também está a receber alguma condecoração. Poder privar com esses cavalheiros e com essa damas iça-nos a dimensões de nobreza e dignidade que constituem o combustível que nos alimenta para o prosseguimento de obras relevantes pela juventude e pela Humanidade. E cada medalha parece ter sido gravada a ferro e fogo no peito de quem a recebe, não com dor, mas pela perenidade. Não com sofrimento, mas pela importância com que a recebem nossos alunos e colaboradores.
Obrigado àqueles que foram os autores da homenagem. Obrigado àqueles que pararam tudo o que estavam fazendo e me acompanharam para assistir a solenidade, fotografá-la e divulgá-la em seus meios eletrônicos para que todos saibam o quanto vale o nosso trabalho, o quanto vale o trabalho destes milhares de jovens que ensinam a Nossa Cultura.
Renovo o lembrete de que:
“Como todos os instrutores desta filosofia, eu não gosto de solenidades. Preferia ficar em casa, escrevendo, ou com meus amigos, conversando descontraidamente. Mas sou obrigado a admitir que essas homenagens constituem demonstrações históricas de reconhecimento a um professor ou escritor de Yôga com uma regularidade tal como nunca antes ocorreram no nosso país (e creio que em país algum na História Universal!). Daí a necessidade de valorizarmos cada medalha, láurea, comenda, condecoração ou homenagem de que sejamos alvo.”
“Por isso, recomendamos que nossos colegas procurem comparecer e testemunhar o carinho e o respeito que as instituições e as autoridades demonstram pelo nosso trabalho. O Yôga precisa desse tipo de reconhecimento. Os instrutores de Yôga precisam dele ainda mais para ofertar como documento aos seus alunos, à sua família, à opinião pública e à Imprensa da sua cidade.”
 Comentários de quem assistiu à outorga do último dia 7 de novembro:
  RafaRamos 
Foi tão bonito Mestrão.
É muito bom ver o respeito e o carinho que eles têm por você, tudo isso é mais do que merecido =).
Beijão,
Rafa Ramos

  Priscila Ramos – Alphaville, SP
Obrigada por nos querer tão perto, sempre.
Toda vez que eu o acompanho em algum evento me sinto absolutamente privilegiada por poder usufruir dessa convivência e por poder presenciar as condecorações e reconhecimentos que você recebe, cada vez mais.
Beijos, carinho…!
Pri

Fonte: http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/medalhas/nova-condecoracao-agora-pela-rota-do-comando-da-policia-militar

II ETAPA DO CAMPEONATO PAULISTA DE ESCALADA ESPORTIVA - BOULDER

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Acabo de receber informações sobre a II ETAPA DO CAMPEONATO PAULISTA DE ESCALADA ESPORTIVA - BOULDER com meu querido amigo e escalador Lucas Rocha (Hard).

Infelizmente não pude participar de nenhum campeonato esse ano, devido ao meu trabalho com paraquedismo aos finais de semana. Mas aí vão as infos que ele me passou:

"Haviam 4 paredes no campeonato, que aconteceu na 90 Graus. Os competidores tinham 7 minutos para escalar cada parede e depois 7 minutos de intervalo (entenda descanso)."

A disputa foi acirradíssima, os atletas treinaram muito e a maioria estava apresentando o seu melhor.



O resultado ficou da seguinte maneira:


Cat. Amador
Feminino





1

Roberta Winsdorf
São Paulo
 

2

Manuela de Moraes Czinar
S.B.Campo
 



 
 
 

Masculino





1

Rafael Takahace Rodrigues
São Paulo
 

2

Alexandre Karam
São Paulo
 

3

Octavio Bernardes Ferreira Neto
São Paulo
APEE

7

Kleber Marcondes de Oliveira
São Paulo
 

8

Fernando Mori
São Paulo
 

9

Gustavo Rodrigues Hachul
SJRio Preto
 

10

Gleison de Souza,
S.B.Campo
 

11

Lucas Rocha
São Paulo
 

12

Anderson Cirton
São Paulo
 

13

Rodrigo Teixeira
Botucatu
APEE

14

Eduardo Silva  de Paula
São Paulo
 

15

Luis Eduardo Garrido Soares
São Paulo
 

16

Frederico Muniz Simas Botton
São Paulo
 

17

Tiago Besser
São Paulo
 

18

Mandy Pasan Bomfim dos Santos
Jaguariuna
 

19

Luiz Manoel Fedato de Freitas
Botucatu
APEE


Os resultados das outras etapas, assim como os resultados do Ranking APEE podem ser encontrados aqui.

Graças aos esforços e mérito da organização, o evento seguiu como planejado.

 Agradecimentos especiais à APEE, colaboradores, patrocinadores e a todos que contribuiram com este grande e importante evento para a comunidade escaladora.

Faça seu próprio gadget controlado por gestos

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Fato: O futuro está definitivamente na melhoria da interação entre homem e objeto.

A todo momento, novos projetos aparecem no planeta apresentando inovações na interação entre ambos.

Há algum tempo atrás, eu refiz os passos desse Doutor e Pesquisador pela Carnegie Mellon University, Johnny Chung Lee.

Tão logo adquiri meu Wiimote, comecei a implementar seu projeto em todos os PC's com M$ Windows que eu encontrava pela frente.




A idéia é simples: transformar qualquer tela, monitor ou projeção em uma tela de toque, onde você interage através do movimento dos seus dedos e das suas mãos.

Passei o projeto aos meus alunos na universidade e as discussões sobre o tema foram altamente construtivas.




Nem preciso comentar que após adquirir o controle do Wii e passar alguns meses testando e trabalhando com o projeto, tive que adquirir o restante do videogame (!).

Então, como cientista computacional, não posso deixar de repassar este artigo que encontrei. Ele apresenta uma criativa maneira de interagir com objetos, quaisquer que sejam eles.

Segue:


por Talita Abrantes

Pranav Mistry, criador do Sixth Sense


Os encantados com as tecnologias de computação por gestos já podem preparar a festa. Pranav Mistry, pesquisador do Massachusetts Institute of Technology (MIT), vai liberar o código do seu Sixth Sense, um dos mais interessantes sistemas de reconhecimento de gestos.
O Sixth Sense é composto por um projetor de bolso, espelho e câmera ligados a um netbook. A câmera captura os gestos da mão, envia as informações para o computador portátil e o programa, que será lançado nos próximos meses, interpreta os movimentos de acordo com os marcadores coloridos que os usuários devem usar nos dedos.
Há alguns meses, Mistry contou para mim um pouco de sua ambição por trás do projeto: “A nova onda do mundo digital será baseada na maior interação entre nós e os objetos. Será o fim dessa proposta que torna humanos em máquinas que ficam sentadas em frente de outras máquinas”, disse.
“Sonho com um mundo mais alegre, mais tangível”, afirmou. “Acredito que o Sixth Sense irá modelar nossa experiência com a informação e até nossa interação com o mundo físico”.
De acordo com ele, o protótipo, que logo poderá ser construído por qualquer um, custa em média 350 dólares.


Crédito/Imagem: Divulgação/Lynn Barry


Nota: Para reforçar: O projeto de Johnny Chung Lee está disponível na internet e o projeto de Pranav Mistry está para ser liberado.