POVO VENCIDO, JAMAIS ESTEVE UNIDO - PARTE II

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Viiiiixe Google Earths...........

É um pássaro?
É um avião?
É um microship?

Não! É a competência de um povo ordeiro, civilizado, progressista, e trabalhador.
De um povo que faz plebiscitos até para decidir se a árvore da esquina da rua será cortada.

Ordeiro por que a ordem social é buscada pela maioria, e não imposta por uma minoria dominante que se aproveita da situação para lhe contrariar.
Civilizado por que fez uso do seu passado para aprender com seus próprios erros, e não para ficar culpando os outros pelo resto da vida, ou simplesmente para chegar à conclusão de que o seu ”jeitinho” é um valor imutável.
Progressista por que o progresso social é buscado dentro de valores minimamente sustentáveis, e não através do signo do estupro que invade, estraçalha, e depois joga tudo fora quando não lhe é mais conveniente.
Trabalhador por que se esforça para manter o bom funcionamento das instituições, dos serviços públicos, e das normas legislativas que servem ao indivíduo, e não por que tenta conseguir tudo através da lei do menor esforço, ou por que busca apenas a sua satisfação pessoal por quaisquer que sejam os meios.

Percebam na tomada aerea dessa universidade da Suécia, que os carros ficam em estacionamentos bem organizados e distantes dos prédios (e não espalhados por todo o campus e pelos barrancos a cada meio metro quadrado), o que facilita a convivencia no espaço público, e o fluxo dos transeuntes pela universidade.
Percebam a interligação organizada e sistemática das ruas, que liga todos os pontos da universidade entre si.
Percebam a quantidade de áreas verdes e arborizadas, que chega a ser maior ou igual ao volume de área construida.
Percebam o fluxo tranquilo de carros pelas vias públicas, que não estão abarrotadas de veiculos de famílias de classe média onde cada membro da familia tem o seu próprio carro, enquanto os pobres andam de busão lotado.  

Um povo legalista, republicano, e normativo. Que acredita nesses valores como pilares para se alcançar o verdadeiro respeito mutuo. Algo que muitos preferem chamar de frieza.
Um povo que te diz: passa na minha casa das 2hrs. às 5hrs., apenas por que não quer ser falso, hipócrita e mentiroso, a ponto de te chamar de inconveniente pelas costas quando você demora demais para ir embora.

Acorda Brasileiro!
E acordem todos os outros povos que são como você. Dentre estes, o Americano.
Chega de dizer que o mundo é uma bosta e que o ser humano não presta.
É você que não presta.
É você que vê o espaço público como terra de ninguém.
É você que faz das instituições e do Estado Nacional uma inércia parasitária.
É você que condena a corrupção e a mentira dos outros, mas cria uma justificativa para a sua própria corrupção ou para mentir para os outros.
É você que resignado povo-público, assiste indignado aos absurdos esperando pela hora da novela.
É você que promove projetos sociais de fachada, financiados por companhias multinacionais impiedosas.
É você que passa longe da realidade do Câncer da periferia.
É você que fala dos seus grandes artistas, tentando separar a sua talentosa obra da sua vida pregressa, traidora, e hipócrita, por que quase sempre esse hiato se faz presente.
É você que ainda vive na ordem escravocrata, na lama dos resquícios coloniais, na instituição do “Você sabe com quem está falando”, nas amarras do “jeitinho” e na idéia de que “mundo é dos espertos”.
É você que faz dos relacionamentos pessoais uma forma de se dar melhor do que os outros.
É você que ainda cultiva o estamento, que busca o status a qualquer preço, para ser Senhor e para poder estar acima das regras, e assim tratar a todos como se fossem escravos.

E se você se considera uma exceção a tudo isso, ótimo! Ainda temos salvação.

Sociedade deve decidir rumos da relação humano-robô, aponta artigo

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Bem, como abordo constantemente o assunto comportamento nesse blog, porque não falar do comportamento dos robôs?

De acordo com o artigo publicado ontem, é melhor definirmos as premissas de convivência entre humanos e robôs antes que eles comecem a decidir por conta própria e exigirem seus direitos.

E onde ficam as 3 leis (que já aumentaram pra 5)?

E os direitos dos robôs se reproduzirem (através de contato sexual ou não)?

De qualquer forma, temos desenvolvido sistemas de AI (Inteligência Artificial) tão complexos, que eles são capazes de tomar as decisões mais corretas com um tempo de resposta muito melhor que nós, meros humanóides.

É um assunto pra se pensar, ainda mais que o futuro previsto nos filmes da década de 80 está cada vez mais próximo, embora com certo atraso.

Segue:


da Folha Online
Um dos deveres da sociedade se refere à decisão de aceitar --ou não-- a convivência entre humanos e robôs, antes que as máquinas se tornem tão sofisticadas a ponto de exigirem seus direitos. É essa a principal premissa de um artigo publicado na última edição da revista "Computer Law and Security Review", disponível na quarta-feira (18).
De acordo com o texto, a rapidez dos avanços tecnológicos significa que ciborgues (híbridos de humanos e robôs) não estão tão longe quanto se pensa.
Divulgação
Deveres da sociedade se refere à decisão de aceitar --ou não-- a convivência entre humanos e robôs, afirma especialista em artigo
Deveres da sociedade se refere à decisão de aceitar --ou não-- a convivência entre humanos e robôs, afirma especialista em artigo
Para ilustrar a situação, pesquisadores anunciaram ter criado "robôs cientistas", com capacidade de tomar decisões próprias e fazer descobertas científicas originais.
Para Anna Russel, da Universidade de San Diego, um dos pontos fundamentais na discussão sobre o relacionamento entre homens e robôs é a existência de um parâmetro legislativo que regule quais direitos devem ser dados a ciborgues.
"Embora os humanoides sejam um salto tecnológico gigantesco, se um robô autoconsciente, superinteligente, pensante e sensível for desenvolvido, o sistema legal vai ser pressionado a distinguir legalmente esta criatura de humanos, de forma que não haja preconceito moral ou religioso", diz o artigo da pesquisadora.
A pesquisadora também aponta que as sociedades devem estar preparadas para o caso de robôs exigirem suas liberdades sexuais. Quais seriam as atividades sexuais passíveis de regulação, e como isso seria feito não está claro, segundo ela.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u654475.shtml

1º Show no Brasil pelos animais e pelo planeta

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Grandes artistas brasileiros se reúnem para cantar em defesa dos animais e do planeta
1º Concerto do gênero no Brasil - 13/12
A ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais) - www.anda.jor.br – realiza, em conjunto com a Prefeitura

de SP, um show gratuito para sensibilizar as pessoas em relação aos direitos animais e à preservação do planeta, no próximo dia 13 de dezembro, no Parque da Independência (Museu do Ipiranga), a partir das 11h.
Grandes nomes da música brasileira, como: Arnaldo Antunes, Edgard Scandurra, Fernanda Porto, Projeto Pequeno Cidadão, Palavra Cantada, Banda Stevens, Robson Miguel, Fernando Anitelli, Gabriela Veiga, Galdino Octupus e Willians Marques (Teatro Mágico) já estão confirmados. A atriz Gabriela Duarte também estará presente para chamar a atenção sobre a necessidade de mudarmos nossas atitudes.
O concerto “ANDA – Música e Consciência – Pelos animais, pelo Planeta” terá seis horas de duração e pretende disseminar por meio da música e dos artistas a importância de vivermos em harmonia, respeitando a vida.
Será o primeiro show no Brasil com a proposta de levar uma mensagem de convivência pacífica e ética com todos os  seres. Os artistas dão um exemplo de consciência ao se reunirem para cantar e se apresentar sem cachê. Todo o evento foi construído com colaborações voluntárias.
O show está na agenda de São Paulo para o Encontro de Copenhague (Representantes de cerca de 200 países estarão na Dinamarca entre os próximos dias 7 e 18 de dezembro para a 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima).
O evento terá como mestres de cerimônia as atrizes Paula Ribas e Sttella Gulo Baster.
Serviço:
Anda – Música e Consciência Pelos Animais, pelo Planeta
Data: 13/12/09
Horário: a partir das 11h
Local: Parque da Independência (Museu do Ipiranga) - São Paulo / SP
Entrada Gratuita
Idealização: ANDA
Realização: ANDA e Prefeitura de SP
Apoiadores
Agência Produtora
Bureau Comunicação
Covisa
Daniela Ribeiro – Comunicação e Eventos
Fabiana Cardoso – Produção e Eventos
Hábitos e Habitat
Matilha Cultural
Revista dos Vegetarianos
Show Livre
SPTuris
SVMA
VEDDAS
VEGETHUS Restaurante Vegano
Tokyo Design e Editorial

Fonte:  http://vista-se.com.br/site/1%C2%BA-show-no-brasil-pelos-animais-e-pelo-planeta

É complicado trabalhar aos finais de semana...

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Eu, no escritório, trabalhando pleno sábado!
Tanden Pilot: Renato
Passageira:Du
Ovni: Eu
Foto by: Marcão Domingos

Fazer o que todo mundo faz

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Uma mensagem no Facebook me guiou para um blog que satiriza o modo de vida de uma determinada classe social.

Em tempo: sou contra rotular um grupo pelo seu status financeiro.

Porém, a mensagem contida nesse post é muito inteligente e infelizmente reflete a realidade.

Trágico ou não, é verdade e ocorre não somente nos grupos intitulados como classe média, mas em todos os grupos onde há a concentração de 2 ou mais seres humanos.

Segue o post:





Um verdadeiro membro da Classe Média precisa estar em sintonia com seu grupo social, principalmente quando se trata do “instinto de manada” que lhe é característico. Como qualquer rebanho, este instinto é um recurso que o grupo possui para manter e perpetuar seu modo de vida, mesmo em qualquer adversidade. Como forma de justificar tudo o que faz de errado, ilícito, fora do padrão ou desaconselhável, ou mesmo algo que nada tem de errado, mas não se tem a mínima vontade de fazer, o médio-classista sempre pode apelar para o velho argumento: “todo mundo faz, então não tem problema se eu fizer”.



Isto se aplica às mais diversas situações e dificilmente você encontrará alguma em que não possa usar. Funciona quando alguém faz qualquer coisa que não era pra fazer, e é seguido por um segundo alguém. A partir do terceiro alguém, todos podem fazer uso desta maravilhosa estratégia: o que não era pra ser feito passa a ser “permitido”. Já a décima pessoa nem está com vontade de fazer, mas faz porque é permitido. E da décima quinta em diante, não se sabe mais por que se está fazendo aquilo nem por que começou, mas faz assim mesmo. Em resumo: não importa o quanto algo seja errado, quando todo mundo faz, este algo passa imediatamente a ser certo. E se esperar mais um pouco, em alguns minutos o que era certo vai virar algo como uma “obrigação social”.



As aplicações para esta ferramenta são muitas: estacionar em fila dupla, comprar um produto que não precisa, deixar de assinar a Carteira de Trabalho da empregada, comer no McDonalds, sonegar imposto, beber e dirigir, gostar de música sertaneja.



Na faculdade, por exemplo, o médio-classista acompanhou “todo mundo” e também usou drogas, passou trotes violentos nos calouros, dançou pelado e bêbado em cima da mesa, pagou para alguém fazer seu trabalho. No dia-a-dia da vida, ele vai votar em quem a Classe está votando nas eleições, vai arrumar um emprego só porque tem algum padrinho (mas dizer a todos que foi por mérito), viajar para o mesmo lugar que todo mundo, enfrentar fila pra comer no restaurante da moda.



Portanto, não importa o que você fizer. Caso se encaixe no que “todo mundo” faz, o que quer que tenha feito é plenamente justificável e ninguém o questionará. Pelo menos ninguém da Classe Média.






O nome desse fenômeno é egrégora.

Egrégora provém do grego egrégoroi e designa a força gerada pelo somatório de energias físicas, emocionais e mentais de duas ou mais pessoas, quando se reúnem com qualquer finalidade. Todos os agrupamentos humanos possuem suas egrégoras características: todas as empresas, clubes, religiões, famílias, partidos, etc.
Egrégora é como um filho coletivo, produzido pela interação "genética" das diferentes pessoas envolvidas. Se não conhecermos o fenômeno, as egrégoras vão sendo criadas a esmo e os seus criadores tornam-se logo seus servos já que são induzidos a pensar e agir sempre na direção dos vetores que caracterizaram a criação dessas entidades gregárias. Serão tanto mais escravos quanto menos conscientes estiverem do processo. Se conhecermos sua existência e as leis naturais que as regem, tornamo-nos senhores dessas forças colossais.
Texto extraído do livro Mitos e verdades sobre o Yôga - DeRose). Leia mais neste link.