Cazuza, um idiota morto - continuacao

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Este comentário, um ponto de vista muito interessante, foi colocado num post mais antigo aqui no Blog Do Chao ao Vento.

Segue:

Marcelo S. Paula deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Cazuza, um idiota morto.":

Antes de criticar a atitude de um viciado em drogas ou bebidas é importante saber de onde nasceu essa sociedade doente!

Essa pseudo-psicóloga só mostra um lado da estória.

O grande problema da sociedade é o SISTEMA. Um sistema que já vem sujo desde as épocas medievais. Somos filhos de um mundo onde a IGREJA mandava mais que os reis. A religião usa do MEDO e da falta de informação do povo para virar dona de suas opiniões.

Como um povo ainda ignorante, coagidos pelo MEDO DA MORTE nas pregações de pastores safados, pode subjulgar um artista do nível e complexidade do Cazuza, Renato Russo e outros "artístas viciados" ????

Vocês acham que seus filhos deixarão de usar drogas ou beber só por conta de uma boa criação?

Acham que basta mostrar o que é errado para se evitar o erro? Acordem! O ser humano é o bicho mais curioso que existe, sempre quer experimentar as coisas ruins como alcool e drogas, cigarro e outras merdas!

O mundo que sonhamos viver não passa de um sonho! A grande realidade é que todos, absolutamente todos estão sujeitos a todo tipo de riscos. Ninguém precisa de modelos de fracasso ou de sucesso, se fosse assim, todos seguiriam o modelo de sucesso! Ninguém ia querer morrer de AIDS ou virar dependente químico. Mas como se diz: "A curiosidade matou o gato". Então, não foi só o CAZUZA que usou drogas e pegou AIDS.

Procurem ter uma visão política e menos trágica sobre a sociedade, ai notarão que a sociedade assiste uma briga de "homens eleitos", homens que não fazem nada além de manipular PESSOAS MAL INFORMADAS. Cadê a cura para a AIDS? Onde está o dinheiro da Saúde para recuperar os viciados?

Esses garotos de hoje, só sabem fazer cara de tonto e esticar o cabelo! Não sabem nada de história, só sabem pedir dinheiro ao papai e mamãe!

Uma pessoa de 18 anos de hoje não tem coragem de pintar a cara e sair nas ruas! Sabem porque? PORQUE NÃO SÃO FROUXOS! SÃO IDIOTAS PERFEITOS CRIADOS PELOS PAIS COVARDES QUE SÓ SABEM JOGAR PEDRA AO TELHADO DOS OUTROS!

Dedico este texto em memória de todos os mortos em filas de hospital, aos que tentaram lutar por um lugar melhor e foram mortos pelo GOVERNO MILITAR época da opressão, à todos os que morrem de câncer pelo uso do CIGARRO (grande gerador de empregos e impostos), aos bebados caídos pelas ruas abandonados pela família e aos analfabetos políticos que ainda nem nasceram! 
Obrigado pela colaboraćão Marcelo! É justamente disso que precisamos: seres pensantes! Pessoas que tenham a capacidade de enxergar fora da caixa em que fomos colocados.

Capitulo 5 - Ribeirão do Tempo - Paraquedismo

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Thanks mom, I dont like fish!

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Fonte: Blog do DeRose

Os gladiadores eram vegetarianos para ter mais força e resistência

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Texto encontrado no Blog do DeRose:


Caro Mestre! Bom dia!
Você viu este vídeo sobre a dieta dos gladiadores? Eram vegetarianos!

http://tvuol.uol.com.br/#view/id=as-expedicoes-de-josh-bernstein–laboratorio-forense-0402983866C4C18346/user=yaq680z51683/date=2010-05-10&&list/type=user/codProfile=yaq680z51683/
Um grande abraço!
“No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é, e outras, que vão te odiar pelo mesmo motivo”
Cleverson Lopes

Segue o vídeo:


Fonte: http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/gastronomia/os-gladiadores-eram-vegetarianos-para-ter-mais-forca-e-resistencia/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+blogdoderose+(Blog+do+DeRose)&utm_content=Google+International

Why I want my daughter to be a hacker

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Ontem no caminho de casa, eu li um post de um blog com o título “Why I want my daughter to be a hacker” aonde o autor falava sobre os motivos de ele querer que a filha seja uma hacker, mas não no sentido apenas de hacker de computador, mas no âmbito geral.
Eu, pai de duas bebês, estava pensando nesse assunto desde que ela nasceu. Qual a melhor forma de educá-la para a vida ? E eu estava com algo bem próximo do que ele falou em mente.
O que é um hacker, e o que eu quero ensinar às minhas filhas?

Um hacker é uma pessoa que lê um artigo e questiona-se a si mesma sobre a veracidade do fato. É uma pessoa que tem um senso crítico aprimorado. Se é dito a um hacker como ele deve agir, ele faz se concordar. É um curioso e investigador por natureza. Se minhas filhas tiverem essa característica, eu vou certamente dá-las a oportunidade de desenvolvê-la.
Hackers são curiosos e investigadores. Se eu der um rádio, vou explicar o funcionamento, falar sobre ondulação, etc. Aprender não ocupa espaço e em uma mente jovem e capaz, as coisas são aprendidas com rapidez. Hackers não satisfazem-se no uso de uma ferramenta, mas no entendimento e muitas vezes construção de uma.
O computador delas – quando tiverem um ;) – vai rodar linux ? Claro!
Eu sei, e tenho certeza, que um hacker não precisa usar linux, mas linux e o movimento open-source tem muita relação com o hacker. As ferramentas abertas, sendo abertas, te dão todo o poder de modificá-las se for assim quisto.  O sistema aberto idem. Os sistemas proprietários não dão essa possibilidade. Eu não posso, por exemplo, alterar o kernel de um sistema proprietário. Se eu comprei um hardware, ele é meu, e eu posso usá-lo e fazer dele o que me der vontade. Hackers dão suporte a sistemas abertos pois gostam da liberdade. Eu dou suporte pois quero que minha filha possa usar ferramentas sem limitações.
Antes de qualquer discurso como “existem sistemas mais fáceis”, ou coisa do gênero, eu digo: Podem existir. Eu quero que as minhas filhas sejam cabeças pensantes e não cabeças que pensam o que lhes foi dito. Um hacker não pensa o que lhes ensinaram, mas ele é um desenvolvedor. Desenvolve suas teorias, seus pensamentos. Ele adquire conhecimento e não simplesmente recebe. Conforme dito no texto original, os hackers preferem a habilidade ao conhecimento, pois o conhecimento, quando necessário será adquirido. Um hacker é um pensador e não um repetidor.

Talvez uma das coisas que me fez gostar do texto é dele lembrar eu mesmo. Eu me lembro de mim ao ler esse texto. Lembro dos problemas e sucessos pelo comportamento hacker.
Um hacker não é um rebelde/revoltado. É um pesquisador, cientista. É um curioso que tem sua opinião e age pela própria cabeça.
Referencia do post inspirador: Why I want my daughter to be a hacker
E termino com a frase de praxe:
Happy hacking!


Fique CALMO: algo sobre tudo o que você já aprendeu

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Leia este post fantástico escrito pelo Alessandro Martins e me diga se é diferente contigo:



Fique calmo.

Você tem cinco anos de idade e só queremos que você sente nesta cadeira desconfortável por 5 horas.

Não começaremos por tanto tempo. No início há mais intervalos e períodos lúdicos. Vamos aumentando aos poucos.

Portanto, fique calmo.

Amanhã você também sentará nesta cadeira desconfortável por mais algum tempo.

De segunda a sexta e, às vezes, no sábado também. Embora por menos tempo.

E quando finalmente aprender a sentar nesta cadeira desconfortável por cinco horas, lá na frente estará um sujeito que falará durante as cinco horas sobre assuntos que, possivelmente, não interessam a você.

Não é culpa dele. Talvez nem ele saiba mais o que está fazendo ali.

Pois ele, antes de você, já teve a fase em que sentou-se, durante anos, em uma cadeira desconfortável durante cinco horas, ouvindo alguém falar sobre coisas que não lhe interessavam.

E, depois de passar por um processo desses, repetidamente, é bem possível que ele já não ligue mais para isso. Note como ele fala calmamente.

Assim, fique calmo.

Você não está aprendendo Matemática. Não está aprendendo Língua Portuguesa. Não está aprendendo Ciências. Isso é só a fachada.

O currículo está para o verdadeiro ensino como o restaurante sem movimento está para a lavagem de dinheiro de algum negócio ilícito. É só a fachada.

O que você aprende de verdade é que você deve suportar situações insuportáveis por períodos longos do seu dia, repetidamente ao longo de anos de sua vida.

A cadeira desconfortável em que você se senta por milhões de minutos está moldando sua bunda para o que bilhões de adultos costumam chamar de cotidiano.

Esse aprendizado tornará mais fácil e cômodo aceitar aquilo que se espera de você daqui a alguns anos.

E o cara lá na frente é uma espécie de boneco de treinamento. A exemplo dos simuladores, ele não pode feri-lo de verdade. Mas está condicionando você para a coisa mais importante nesta vida:

RESPEITAR A AUTORIDADE. A AUTORIDADE SÓ FALA A VERDADE.

E, pode acreditar, você terá oportunidade de respeitá-la e também de ser autoridade, às vezes simultaneamente, às vezes como boneco de treinamento. Ser, nessa máquina, uma engrenagem, que é movida mas que move também

Sem respeito à autoridade, o mundo como o conhecemos não funciona. E todo o mundo sabe como o mundo, tal e qual o conhecemos, é ótimo. Todos o adoram. Ninguém quer engrenagens que se movam em algum sentido inesperado.

Então. Fique calmo. E sentado.

Outra coisa importante: errar é horrível.

Esperamos que você só acerte nesta vida.

Sabemos que ter medo de errar prejudica a criatividade, pois a criatividade presume eventuais erros.

Mas também ninguém espera que todo o mundo seja criativo. Afinal, o que seria da autoridade se todo mundo começasse a ser criativo e tivesse liberdade para errar sem medo?

Assim, mais fachada: parece bonito ensinar alguém a só acertar, mas de verdade o que você tem que aprender mesmo é o medo de errar.

O mercado não admite erros.

Não havíamos tocado neste assunto, ainda.

O mercado.

Mas saiba que o mercado é a cola que une a sua bunda a essa cadeira desconfortável. Afinal, você precisa, um dia, ser capaz de ser um empregado e fazer parte do mercado.

É por isso que você está sentado. Sentado e calmo.

Fique calmo.

E, depois de anos de cadeira, ouvindo alguém falar de coisas que não lhe interessam em absoluto, você passará por uma coisa chamada vestibular.

O vestibular verifica se você ouviu e absorveu o suficiente de coisas desinteressantes e se, assim, será capaz de, mais tarde, vender seu tempo para projetos que também não lhe interessam necessariamente. E, assim, ser um empregado de uma classe um pouco superior.
Isso tudo depende de:
  • sua capacidade de ficar sentado em uma cadeira desconfortável, que indica sua predisposição a suportar situações insuportáveis
  • sua capacidade de não questionar a autoridade, tão firmemente desenvolvida e fixada ao longo de anos que você nem a percebe
  • sua capacidade de se interessar por assuntos que não o interessam realmente, que é uma espécie de auto-engano que as grandes empresas costumam chamar hoje de proatividade e de sinergia
Se você tiver absorvido tudo isso, certamente passará no vestibular. Muito embora – e mais uma vez entramos no tema da fachada – o vestibular pareça medir coisas como Matemática, Língua Portuguesa e Ciências.

Podemos concluir, grosso modo, que quanto mais concorrida a vaga de um curso, mais ela exige das três capacidades acima arroladas.

Matemática, Língua Portuguesa e Ciências são índices apenas. Na verdade, estão para o verdadeiro ensino como o hambúrguer está para o cadáver do boi.

Ainda assim, FIQUE CALMO.

Sim. Finalmente, você entrou em uma faculdade.

PARABÉNS!

Mais alguns anos de cadeira desconfortável. Só para garantir.

Mas agora você não precisa ficar sentado nela durante tanto tempo. Não é preciso. Seu espírito já se dobrou. Possivelmente, ele está sentado neste momento, suportando alguma situação insuportável, mesmo quando você está em pé.

Bem calmo.

É bem provável que essa faculdade em que você entrou tenha como slogan algo semelhante a “preparamos para o mercado” com a foto de um modelo sorridente abaixo.

Não confunda: ele não é um estudante da instituição, mas os dentes daquele sorriso são o mercado.

Para as fachadas mais humanas, o slogan é algo como “preparamos para a vida”. Que, considerando que vida e mercado hoje são quase sinônimos, dá na mesma.

“Preparamos cidadãos” – e seus equivalentes – quer dizer “ensinamos você a usar o Procon”. Porque, no mercado, o bom cidadão é o consumidor. Talvez a única vez que você tenha questionado o sujeito que fala coisas desinteressantes lá na frente tenha sido dizendo algo como: “Ei, eu pago o seu salário! Sou um consumidor!”. Parabéns, você aprende rápido.

Pois se você é incapaz de consumir, não é um cidadão de primeira classe. Talvez nem seja um cidadão.

E o mercado pede que você seja um cidadão. E o máximo a que o seu questionamento será capaz de chegar irá até estas três letrinhas: SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor).

Se as empresas quisessem atender pessoas, colocariam gente de verdade atendendo aos telefonemas. E não gravações ou outras pessoas lendo scripts e preparadas pelo mercado.

Por isso, o mercado – de olho no futuro – cola sua bunda à cadeira desconfortável durante horas.

Para aprender a suportar situações insuportáveis, respeitar a autoridade e para nivelar sua criatividade tão aceitavelmente quanto a volúpia de um gato castrado.

Para que assim, um dia, você possa contribuir e, só então, consumir: realimentando o processo.

Eu sei que, aos cinco anos de idade, é difícil entender o que está acontecendo.

Mas peço que você FIQUE CALMO.

Em alguns anos você vai aceitar tudo perfeitamente.

Autor: Alessandro Martins

Devemos confiar em todas notícias disseminadas pelo Twitter?

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Micropost de megabobagem - Estudo alerta para risco de informação de saúde errada disseminada por twitteiros (Foto: Photononstop)
Encontramos muita informação de saúde na grande rede. Mas o problema está em separar o joio do trigo, a informação que presta daquela que não serve.

O Twitter, de uma ferramenta de comentários pessoais, se transformou em canal de comunicação de difusão de informação instantânea – e não escapa da triste sina da desinformação.

Uma pesquisa realizada pela Universidade Colúmbia, de Nova York, constatou que se o assunto for infecções e antibióticos, nos posts do Twitter tem muita informação errada.

Durante 4 meses, as mensagens colocadas no microblog foram coletadas através da busca de palavras-chaves. Procurando por termos como antibióticos, gripe, resfriados, efeitos colaterais e eficiência, entre outras, foi possível encontrar mil mensagens que se aproximavam do tema.

Dentro das mil mensagens, cerca de 700 continham informações erradas ou conceitos mal interpretados que podiam levar a conclusões erradas.

Essa quantidade absurda de desinformação mostra que se uma das vantagens do Twitter, sua instantaneidade e velocidade de disseminação, a propagação de idéias erradas pode ganhar a mesma velocidade.

Indício
A utilização do mecanismo de seleção por palavras-chaves demonstrou que o Twitter pode indicar como a sociedade está interpretando um assunto, permitindo que se divulgue com maior ênfase a informação correta.

O resultado também reforça a possibilidade da utilização dessa ferramenta para chamar a atenção para temas de saúde, e passar mensagens que possam influenciar positivamente as pessoas.

De qualquer forma, sempre avalie e critique as informações que receber.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1566412-5603,00.html