O Poder da Disciplina


Fuçando nos emails parte II

 

Semana passada postei um email que recebi com o assunto: "Cazuza, um idiota morto".

 

Jamais imaginei que isso iniciaria um ciclo de debates com várias opiniões à favor e contra, críticas inteligentíssimas sobre a vida e obra do falecido e opiniões, muitas vezes duras, sobre o culto de celebridades que tinham um estilo de vida 'à margem da sociedade'.

 

Parabéns à todos que tiveram a 'coragem' de expor sua essência nesse espaço, que está e vai continuar aberto para receber todo e qualquer tipo de opinião sem censura (desde que isso não incorra diretamente na segurança da minha própria pessoa). 


Vou publicar um outro email que recebi da minha amiga Rosana Ortega, diretora da Unidade Berrine do Método DeRose.


Muito interessante e expressa a nossa incapacidade de lidar com o fracasso e o sucesso, pois ambos são frutos da somatória das pequenas atitudes do nosso cotidiano.


Segue:

 

 

"Deixe que os outros vivam vidas pequenas, mas não você. Deixe que os outros discutam por coisas pequenas, mas não você. Deixe que os outros chorem por pequenas feridas, mas não você. Deixe que os outros deixem os seus futuros nas mãos de alguma outra pessoa, mas não você." Jim Rohn



O poder da disciplina



 
"Tenho pena das pessoas que têm um restaurante favorito, mas não tem um autor ou livro favorito. Pois elas sabem onde alimentar seu corpo, mas matam de fome sua alma." (Jim Rohn)
Tem um pensador e palestrante norte-americano chamado Jim Rohn que aprendi a respeitar com o passar do tempo. É dele, por exemplo, a seguinte frase: "Tenho pena das pessoas que têm um restaurante favorito, mas não tem um autor ou livro favorito. Pois elas sabem onde alimentar seu corpo, mas matam de fome sua alma".

Gosto também da visão dele sobre o fracasso. Rohn diz que o fracasso não é um evento isolado, um cataclisma. Raramente falhamos da noite para o dia. Na verdade, para ele o fracasso é geralmente o resultado inevitável de um acúmulo de pensamentos e decisões erradas. Simplificando, o fracasso não é nada mais do que alguns erros de julgamento repetidos todos os dias.

Pequenos erros - Mas porque alguém faria isso? Você pode se perguntar. Fácil. Porque a pessoa acha que aquilo não fará diferença. Pequenos erros, uma hora desperdiçada aqui, outra ali, etc., não parecem ter grande efeito imediato. É a mesma lógica dos fumantes - um cigarro não mata, então vou fumar outro mais. Já sabemos como vai terminar esta história.
Por exemplo, se você não leu pelo menos um livro nos últimos 30 dias, essa falta de disciplina não parece afetar sua vida. E como nada de ruim aconteceu, parece que podemos repetir isso por mais 30 dias. Nada acontece novamente, e quando você vai ver passou um ano inteiro sem ler. Ou sem fazer exercício. Ou sem prospectar novos clientes. Ou sem dizer a uma pessoa importante o quanto a ama. Aliás, pior do que não fazer alguma coisa é não notar como isso pode fazer diferença!

Dia do juízo - As conseqüências raramente são instantâneas. Ao contrário - elas se acumulam até que inevitavelmente o dia do juízo finalmente chega e devemos pagar pelo preço das decisões erradas que tomamos. Decisões que, quando tomadas, pareciam pouco importantes. Mas que somadas com o passar do tempo, transformam-se numa bola de neve incontrolável.

O problema é justamente a sutileza. No curto prazo pequenos erros realmente não parecem causar efeito algum. Na verdade, nem parece que estamos fazendo algo errado. Como nada acontece imediatamente, vamos navegando pela vida, achando que está tudo bem, mas por baixo da superfície uma grande onda, um verdadeiro tsunami de conseqüências está se formando. Como o céu não caiu na nossa cabeça ontem, achamos que hoje também não vai acontecer. Simplesmente porque repetimos os mesmos erros, pensamos os mesmos pensamentos errados, escutamos as vozes e conselhos errados e fazemos as escolhas erradas.

Grito de alerta - Quando somos crianças, aprendemos rapidamente a não colocar a mão na tomada. Ou você coloca e leva um choque que nunca mais vai esquecer, ou escuta tantos gritos dos pais que acaba aprendendo. Mas na vida raramente isso acontece. O fracasso poucas vezes dá gritos de alerta.

Felizmente podemos transformar essa fórmula do fracasso na fórmula do sucesso. É simples: um pouco de disciplina praticada todos os dias. Para começar, você tem que entender, de uma vez por todas, que o futuro é o que você colhe do que plantou hoje. Você pode se arrepender ou ser premiado amanhã, e quem vai decidir isso é você mesmo, fazendo o que fizer hoje. O problema é que a maioria das pessoas está tão mergulhada no presente que esquece de pensar e planejar seu futuro. Não mede as conseqüências (inevitáveis) de tudo o que fazem ou deixam de fazer.

Resultados imediatos - De acordo com Jim Rohn, uma das coisas mais formidáveis sobre essa fórmula do sucesso - um pouco de disciplina praticada todos os dias - é que ela já traz resultados imediatos. Ao trocarmos voluntariamente erros diários por disciplina diária, experimentamos resultados positivos em curto espaço de tempo. Quando mudamos nossa dieta, nosso corpo, pele e cabelo melhoram junto. Quando começamos a fazer exercícios, nosso nível de energia melhora imediatamente. Quando começamos a ler, um mundo novo se abre imediatamente na nossa frente. Quando prospectamos clientes, novas vendas começam imediatamente a surgir.

Por isso lembre-se: troque os pequenos erros pelos pequenos acertos, e com o passar do tempo isso se transformará numa grande onda de prosperidade na sua vida.

1 comentários:

Fernanda Magalhães disse...

Mas o fato é que com disciplina ou não... Continuamos do mesmo jeito,andando pelas mesmas ruas, girando as mesmas chaves para abrir as mesmas portas. Sentados nas mesmas cadeiras, ao lado das mesmas mesas, fazendo sempre as mesmas coisas. Com os mesmos amigos, os mesmos amores, a mesma visão do mundo. Com os mesmos medos e preconceitos. Beijando as mesmas bocas, tocando os mesmos corpos, com o mesmo jeito, os mesmos toques, e o mesmo estilo.A mesma instável estabilidade. Repetindo a mesma angustiante rotina.

Ahh! Desculpa vai! Como diz Edson Marques, viajei aqui.

:****

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