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Shawn Achor: O feliz segredo para trabalhar melhor

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Muito bom o vídeo e possui legendas em português!


Elevador #SOSFAUNAELEVADOR

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Hoje vi um post de Twitter no Facebook e resolvi colocar aqui no blog. Easy hm!

Ele trata do assunto: Como você se sentiria preso em uma jaula parecida com a que você prende seus animais?

O grupo da ONG SOS Fauna publicou um vídeo que trata o tema com uma experiência fantástica! Eles desligam um elevador por pouco tempo e registram, com uma câmera escondida, as atitudes de quem está lá dentro.

Confiram! É IMPERDÍVEL!



http://bit.ly/i37O0A

Colunista do New York Times fala sobre o que está errado com o que comemos

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O escritor começa explicando que não é vegetariano e que vai falar sobre a qualidade da alimentação nos dias de hoje, comparando como era na metade do século anterior.

Fantástica entrevista que encontrei no site Vista-se.

Segue artigo e vídeo:


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Nesta intensa e divertida palestra, o escritor da seção de comida do New York Times Mark Bittman levanta o que está errado na forma como comemos atualmente (muita carne, poucos vegetais; muito fast food, pouca comida feita em casa) e porque isso está colocando todo o planeta em risco.



 fonte: http://vista-se.com.br/redesocial/colunista-do-new-york-times-fala-sobre-o-que-esta-errado-com-o-que-comemos/

O horror à morte

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A maior parte das pessoas que consomem “carne” não participa de todas as etapas de que ela depende para existir, adquirindo-a, em vez disso, em açougues ou supermercados. A maioria dessas mesmas pessoas não suporta executar ou sequer acompanhar o processo que leva um animal a “se tornar” “carne”. Esquiva-se, até mesmo, diante de uma simples referência para que se assista algum vídeo que exibe as práticas dentro dos abatedouros e a realidade geral da exploração animal[6]. Evita-se passar por isso com o intuito de não (re)descobrir a verdade e nega-se, aprioristicamente, todos os argumentos no sentido de ser demovido da ilusão a que se auto-imputa ou da arrogância e do excesso de convicção sobre a “naturalidade” do ato de comer “carne” ou sobre a existência e a legitimidade de uma “lida gentil” e de um “abate humanitário” — a evasão contrarrealista.[7]


Trecho extraído do texto "A imposição da violência" encontrado no site Vista-se

Coma Bem!

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Nós somos o que comemos, mas como quase sempre esquecemos quem realmente somos, comemos de forma e pelos motivos equivocados. As coisas mais “triviais” da nossa vida são as que muitas vezes nós menos prestamos atenção. Nós nos acostumamos comelas e as entendemos como “normais”, ou seja, aprendemos que elas são desta forma. Comer se enquadra nestas atividades diárias, rotineiras. Mas, normalmente são essas atividades que tem maior impacto na nossa saúde, no nosso equilíbrio e na nossa felicidade.
Uma boa pergunta é: por que comemos? Em geral percebo que a maioria come por um dos seguintes motivos: matar a fome, ser aceito socialmente, para esquecer e amortecer (uma dor quase sempre inconsciente), por hábito, para satisfazer a gula etc. Entretanto, nós deveríamos comer para ter energia, cuidar do corpo e ter saúde, por prazer consciente, para contribuir na nossa evolução/desenvolvimento etc.
Eu mesmo já me vi muitas vezes comendo pelos motivos errados. E sofrendo as conseqüências disto.
O ato de comer requer atenção, pois seu impacto é muito grande na nossa vida, planeta e saúde. A atenção ajuda a estarmos mais conscientes e para percebermos as conseqüências. Uma dica simples é evitar ir a lugares onde a comida não vai fazer bem. Sei que escrever sobre isso parece quase sem sentido, mas é comum nós nos “sabotarmos”. Você não pode comer açúcar, mas marca com os amigos em uma doceria. Aí fica difícil mesmo.
Comer bem, com prazer, é algo importante. Para isso são necessários conhecimento e abertura de espírito. Lembro do caso de uma pessoa querida. Durante muito tempo ela se recusava a experimentar jaboticaba. Mas, quando ela finalmente provou, adorou.
O sabor é diretamente influenciado pelo seu conhecimento e estado de espírito. É muito comum você não gostar de uma comida porque espera não gostar dela. Se mudar a sua visão/expectativa, por incrível que pareça, sentirá mudança no seu paladar. A informação adequada sobre os alimentos também é uma importante ferramenta na hora da escolha.
Todo esse blablablá é para nos lembrarmos que não é só o peixe que morre pela boca e que para viver bem é necessário comer bem. E comer bem é uma mistura de consciência/atenção e de boa vontade consigo mesmo e com os outros. Uma outra dica é fazer uma lista dos alimentos que você, por experiência própria, sabe que te fazem bem e outra dos que não te fazem bem. Sempre que você ficar tentado a jogar contra, olhe as duas listas.
Experimente comer bem. Você ajudará muita gente (e não gente) e será mais feliz.
Fonte: Vista-se

Devemos confiar em todas notícias disseminadas pelo Twitter?

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Micropost de megabobagem - Estudo alerta para risco de informação de saúde errada disseminada por twitteiros (Foto: Photononstop)
Encontramos muita informação de saúde na grande rede. Mas o problema está em separar o joio do trigo, a informação que presta daquela que não serve.

O Twitter, de uma ferramenta de comentários pessoais, se transformou em canal de comunicação de difusão de informação instantânea – e não escapa da triste sina da desinformação.

Uma pesquisa realizada pela Universidade Colúmbia, de Nova York, constatou que se o assunto for infecções e antibióticos, nos posts do Twitter tem muita informação errada.

Durante 4 meses, as mensagens colocadas no microblog foram coletadas através da busca de palavras-chaves. Procurando por termos como antibióticos, gripe, resfriados, efeitos colaterais e eficiência, entre outras, foi possível encontrar mil mensagens que se aproximavam do tema.

Dentro das mil mensagens, cerca de 700 continham informações erradas ou conceitos mal interpretados que podiam levar a conclusões erradas.

Essa quantidade absurda de desinformação mostra que se uma das vantagens do Twitter, sua instantaneidade e velocidade de disseminação, a propagação de idéias erradas pode ganhar a mesma velocidade.

Indício
A utilização do mecanismo de seleção por palavras-chaves demonstrou que o Twitter pode indicar como a sociedade está interpretando um assunto, permitindo que se divulgue com maior ênfase a informação correta.

O resultado também reforça a possibilidade da utilização dessa ferramenta para chamar a atenção para temas de saúde, e passar mensagens que possam influenciar positivamente as pessoas.

De qualquer forma, sempre avalie e critique as informações que receber.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1566412-5603,00.html